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O endossimbionte Wolbachia nas espécies cactófilas do cluster Drosophila buzzatii (2017)

  • Authors:
  • Autor USP: DELDUCA, ELIETE CRISTINA - FFCLRP
  • Unidade: FFCLRP
  • Sigla do Departamento: 592
  • Subjects: GENES; DROSOPHILA; SIMBIOSE; BACTÉRIAS; REPRODUÇÃO ANIMAL; INFECÇÕES BACTERIANAS; PROTEÍNAS DA MEMBRANA
  • Language: Português
  • Abstract: Wolbachia pipientis (Rickettsiales, Anaplasmataceae) é uma bactéria endossimbionte, conhecida por manipular o sistema reprodutivo de seus hospedeiros, por meio da indução de incompatibilidade citoplasmática, feminização, partenogênese ou androcídio. Atualmente, existem 16 supergrupos descritos, denominados alfabeticamente de A a F e de H a Q, dado que a validade dos grupos G e R é questionável. Os grupos mais comumente encontrados em artrópodes são A e B e estima-se que ao menos 65% de todas as espécies de insetos estejam infectadas. Dado que a Wolbachia pode levar ao isolamento reprodutivo entre populações do hospedeiro, este estudo pode auxiliar na reconstrução da história evolutiva. Assim, este projeto tem como objetivo verificar a ocorrência e diversidade de linhagens de Wolbachia em populações naturais, usando como modelo espécies cluster Drosophila buzzati. Este cluster é um grupo de espécies cactófilas naturalmente endêmico da América do Sul, sendo uma radiação de espécies do grupo Drosophila repleta. Para realização do trabalho, foram coletadas moscas em Altinópolis e Sertãozinho, SP, Brasil. Inicialmente, foi extraído DNA de 60 indivíduos com o conjunto de reagentes PureLink® Genomic DNA Purification. A verificação da ocorrência foi feita por meio de PCR, utilizando os primers para os genes wsp e 16S rRNA, além dos marcadores multilocus gatB, coxA, hcpA, ftsZ e fbpA. Dado os resultados negativos, foram testadas mais amostras de DNA extraídas utilizando resina Chelex®-100 e o conjunto de DNeasy Blood & Tissue Kit (Qiagen), bem como a extração de ovários de moscas. Considerando a possibilidade de falsos negativos, testamos a clonagem de fragmentos do gene wsp, gerados por meio de PCR. Além disso, tentamos a identificação das linhagens já obtidas em estudo anterior por meio de análises dos marcadores multilocus, sem sucesso. Estesresultados podem ser explicados considerando dados da literatura que descrevem ausência de Wolbachia em todas as espécies de Drosophila repleto testadas, cujas amostras representam quase metade do total de espécies deste grupo. Discutimos as possíveis causas da baixa densidade no grupo hospedeiro, dado que até então os resultados gerados em estudo anterior são o primeiro registro deste endossimbionte em Drosophila cactófilas
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 17.11.2017

  • How to cite
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    • ABNT

      DELDUCA, Eliete Cristina; MANFRIM, Maura Helena. O endossimbionte Wolbachia nas espécies cactófilas do cluster Drosophila buzzatii. 2017.Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, 2017.
    • APA

      Delduca, E. C., & Manfrim, M. H. (2017). O endossimbionte Wolbachia nas espécies cactófilas do cluster Drosophila buzzatii. Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto.
    • NLM

      Delduca EC, Manfrim MH. O endossimbionte Wolbachia nas espécies cactófilas do cluster Drosophila buzzatii. 2017 ;
    • Vancouver

      Delduca EC, Manfrim MH. O endossimbionte Wolbachia nas espécies cactófilas do cluster Drosophila buzzatii. 2017 ;

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