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Resistência de união à dentina erodida em função da aplicação de um agente antiproteolítico para prevenção/controle do desgaste (2017)

  • Authors:
  • Autor USP: FARIAS NETO, ALOISIO DE MELO - FO
  • Unidade: FO
  • Sigla do Departamento: ODD
  • Subjects: DENTINA; EROSÃO DE DENTE; CLOREXIDINA; ADESIVOS; RESISTÊNCIA DE UNIÃO (ODONTOLOGIA)
  • Keywords: Adesivos; Bond Strength; Chlorhexidine; Clorexidina; Dental Adhesives; Dental Erosion; Dentin; Dentina; Erosão Dentária; MMP; Resistência de União
  • Language: Português
  • Abstract: Ainda que quando aplicada como primer antiproteolítico a clorexidina (CHX) minimize, embora não indefinidamente, a degradação de interfaces adesivas, parece não ser capaz de tornar os valores de resistência de união (RU) à dentina erodida equivalentes àqueles à dentina normal. Talvez seja possível, porém, que sua aplicação como agente para prevenção/controle do desgaste erosivo influencie o estabelecimento de tais interfaces, já que pode inibir completamente o processo. Este estudo in vitro avaliou, pois, o papel da aplicação da CHX como agente antiproteolítico para prevenção/controle do desgaste, ou seja, da condição do substrato dentinário no tocante à erosão, ou como parte do tratamento adesivo (primer antiproteolítico), na RU do conjunto sistema adesivo condicione e lave simplificado-resina composta à dentina. Para se determinar os diferentes níveis do fator substrato dentinário, a dentina superficial oclusal de terceiros molares (n=48) foi submetida exclusivamente à ação de uma lixa de SiC (#600; 1 min), configurando-se o que se denominou dentina normal - N, ou subsequentemente tratada com solução de digluconato de CHX a 2% (60 s) e erodida por um refrigerante à base de cola, determinando-se a dentina tratada com CHX para prevenção/controle do desgaste e então erodida - CHX.E, ou apenas erodida pelo refrigerante, estabelecendo-se a dentina erodida - E. Já para se determinar os diferentes níveis do fator CHX como parte do tratamento adesivo, a dentina dos grupos N, CHX.Ee E foi, então, condicionada, lavada, seca e reidratada com 1,5 ?l, respectivamente, de água destilada (controle - Nc / CHX.Ec / Ec; n=8) ou de digluconato de CHX a 2% (primer antiproteolítico - Npa / CHX.Epa / Epa; n=8). O adesivo Adper Single Bond 2 foi aplicado em todos os espécimes e a porção coronária, reconstruída com a resina Filtek Z350. Após 24 h (água destilada/37?C), os espécimes foram seccionados em palitos e imediatamente testados (?TBS; 0,5 mm/min). As superfícies fraturadas de cada palito foram analisadas com o auxílio de um microscópio digital (50x de aumento). Um dente extra para cada grupo foi tratado exatamente como os outros, mas o corante fluorescente rodamina B foi previamente adicionado ao sistema adesivo para permitir a avaliação qualitativa da interface adesiva por meio de Microscopia Confocal de Varredura a Laser. Os valores de RU obtidos foram organizados de forma a se considerar cada dente como unidade experimental e, então, os testes de Análise de Variância a 2 critérios e de Tukey foram aplicados, com nível de significância de 5%. Apenas o substrato normal, quando reidratado, após condicionamento ácido, com água destilada (controle), é que apresentou valores de RU à dentina significativamente superiores aos demais. Quanto ao padrão de fratura dos palitos testados, as falhas adesivas e mistas foram predominantes em relação às coesivas, independentemente se em dentina ou em resina. Qualitativamente, a hibridização da dentina erodida pareceu menossatisfatória que a da dentina tratada com CHX como agente antiproteolítico para prevenção/controle do desgaste e então erodida, que, por sua vez, pareceu também menos satisfatória que a da dentina normal, particularmente se reidratadas com CHX a 2% como primer antiproteolítico. Ademais, a hibridização de cada substrato, individualmente, pareceu inferior quando da aplicação da CHX a 2% como primer antiproteolítico, se comparada com a da água destilada. Conclui-se, ora, que o uso da CHX como agente para prevenção/controle do desgaste erosivo parece, contrariamente ao que se observa para essa finalidade, não interessante de modo pleno quando, do ponto de vista da resistência de união, na sequência, há que se restaurar o substrato dentinário utilizando-se sistema adesivo do tipo condicione e lave simplificado em associação a resina composta. Quando aplicada como primer antiproteolítico, ainda, a CHX pode prejudicar a adesão à dentina normal, ainda que não o faça, nem o contrário, para a dentina tratada com CHX como agente antiproteolítico para prevenção/controle do desgaste e então erodida ou tão-somente erodida
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 15.12.2017
  • Acesso à fonte
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    • ABNT

      FARIAS NETO, Aloisio de Melo; RIOS, Luciana Fávaro Francisconi dos. Resistência de união à dentina erodida em função da aplicação de um agente antiproteolítico para prevenção/controle do desgaste. 2017.Universidade de São Paulo, São Paulo, 2017. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23134/tde-04042018-105406/ >.
    • APA

      Farias Neto, A. de M., & Rios, L. F. F. dos. (2017). Resistência de união à dentina erodida em função da aplicação de um agente antiproteolítico para prevenção/controle do desgaste. Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23134/tde-04042018-105406/
    • NLM

      Farias Neto A de M, Rios LFF dos. Resistência de união à dentina erodida em função da aplicação de um agente antiproteolítico para prevenção/controle do desgaste [Internet]. 2017 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23134/tde-04042018-105406/
    • Vancouver

      Farias Neto A de M, Rios LFF dos. Resistência de união à dentina erodida em função da aplicação de um agente antiproteolítico para prevenção/controle do desgaste [Internet]. 2017 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23134/tde-04042018-105406/


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