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Avaliação da expressão imuno-histoquímica do TMPRSS2-ERG nos adenocarcinomas prostáticos (2017)

  • Authors:
  • Autor USP: PEREIRA, RENAN AUGUSTO - FMRP
  • Unidade: FMRP
  • Sigla do Departamento: RPA
  • Subjects: PATOLOGIA; PRÓSTATA; UROLOGIA; IMUNOHISTOQUÍMICA (AVALIAÇÃO)
  • Language: Português
  • Abstract: O adenocarcinoma da próstata (ACP) é a neoplasia maligna visceral mais comum em homens. No Brasil a incidência para o ano de 2012 foi de aproximadamente 60.180 casos novos de ACP. Dentre os fatores de risco associados ao ACP estão idade avançada, fatores étnicos e genéticos. Foi observado que a presença da fusão dos genes de Protease Transmembrana, Serina 2 com Gene Relacionado ETS (TMPRSS2-ERG) no ACP parece estar relacionada a tumores mais agressivos e de prognóstico ruim. Todavia, o significado da expressão imunohistoquímica do TMPRSS2-ERG nos casos de ACP ainda é controversa. Assim, o objetivo do presente estudo foi verificar a importância da expressão imunohistoquímica do TMPRSS2-ERG como marcador de prognóstico tumoral. Para responder a esse objetivo, amostras de 105 casos de ACP obtidas no Serviço de Patologia/HCFMRP-USP entre os anos de 2005 e 2010 foram submetidas ao estudo imuno-histoquímico para TMPRSS2-ERG e Ciclina D1. A seguir, os resultados imuno-histoquímicos para esses dois marcadores foram comparados com parâmetros epidemiológicos, clínicos e histopatológicos. Observou-se que a marcação imuno-histoquímica para TMPRSS2-ERG não apresentou correlação positiva para os seguintes fatores associados ao prognóstico tumoral: escore de Gleason, recidiva bioquímica e metástases. Somente a lateralidade tumoral apresentou associação com a expressão de TMPRSS2-ERG, indicando que talvez a expressão de TMPRSS2-ERG em ACP esteja envolvida com mecanismos de degradação da Matriz Extracelular. A expressão imunohistoquímica para Ciclina D1 demonstrou correlação positiva para: escore de Gleason e estágio anatomopatológico tumoral. Não houve correlação entre a expressão de Ciclina D1 e TMPRSS2-ERG. Assim, podemos concluir que a expressão imuno-histoquímica do TMPRSS2-ERG não pode ser considerada como um bom marcador de prognóstico tumoral, mas que suaocorrência em tumores agressivos pode estar ligada a outros mecanismos envolvendo a degradação de Matriz Extracelular
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 13.06.2017

  • How to cite
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    • ABNT

      PEREIRA, Renan Augusto. Avaliação da expressão imuno-histoquímica do TMPRSS2-ERG nos adenocarcinomas prostáticos. 2017. Tese (Doutorado) – Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, 2017. . Acesso em: 23 jan. 2026.
    • APA

      Pereira, R. A. (2017). Avaliação da expressão imuno-histoquímica do TMPRSS2-ERG nos adenocarcinomas prostáticos (Tese (Doutorado). Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto.
    • NLM

      Pereira RA. Avaliação da expressão imuno-histoquímica do TMPRSS2-ERG nos adenocarcinomas prostáticos. 2017 ;[citado 2026 jan. 23 ]
    • Vancouver

      Pereira RA. Avaliação da expressão imuno-histoquímica do TMPRSS2-ERG nos adenocarcinomas prostáticos. 2017 ;[citado 2026 jan. 23 ]

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