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Teste de morfologia da língua portuguesa em sujeitos normais: efeitos de escolaridade (2017)

  • Authors:
  • Autor USP: COSTA, THARSILA MOREIRA GOMES DA - FM
  • Unidade: FM
  • Sigla do Departamento: MFT
  • Subjects: LINGUAGEM; ESCOLARIZAÇÃO; FLEXÃO VERBAL; VERBO; VERBOS IRREGULARES; MORFOLOGIA (LINGUÍSTICA)
  • Keywords: Educational level; Irregular verbs; Language; Morphology; Pseudoverb; Verb inflexion
  • Language: Português
  • Abstract: INTRODUÇÃO: Pouco se conhece sobre aspectos morfológicos da linguagem, o que representa uma lacuna no cenário das relações cérebro-mente. Os escassos estudos foram realizados em línguas anglo-saxônicas, com características diferentes do português brasileiro. Estudos dos aspectos morfológicos, em sujeitos com alterações neurológicas, demonstram efeitos do desempenho em tarefas de linguagem. Alguns estudos apontam que a flexão de verbos regulares e irregulares pode estar associada a mecanismos e processamentos cerebrais diferentes. A pesquisa sobre o comportamento de indivíduos sadios falantes do português brasileiro pode colaborar para a construção de referências que permitirão estudos futuros sobre sujeitos com alterações de linguagem. OBJETIVOS: verificar a produção morfológica em Língua Portuguesa do Brasil de sujeitos cognitivamente saudáveis por meio de um teste de flexão de verbos e pseudoverbos. MÉTODO: A amostra foi composta por sujeitos sadios, com idade entre 40 a 80 anos. Foi considerado o nível de escolaridade pelo número de anos em escola formal: o Grupo 1 (G1) entre 0 a 7 anos de estudo, e o Grupo 2 (G2) acima de 8 anos de estudo. O Teste foi composto por frases-alvo com verbos e pseudoverbos, balanceadas em tempo verbal, conjugação dos verbos e tipo do verbo (regular/irregular). As frases alvo foram apresentadas em áudio por meio de um software e o sujeito foi solicitado a completar a frase. RESULTADOS: As respostas dos sujeitos foram analisadas e descritas comperfis de desempenho dos grupos em relação à escolaridade. Nos verbos reais irregulares foi observado pior desempenho para o G1 em relação ao G2, com diferença estatística. Nos pseudoverbos foi observada diferença estatística em todas as flexões verbais, com desempenho pior para o G1. A análise qualitativa das respostas revelou efeito de lexicalização do pseudoverbo, ausência de respostas e transformações fonológicas mais frequentes nas respostas do G1. CONCLUSÃO: O presente estudo, realizado com uma amostra populacional cognitivamente saudável pode contribuir como referência para futuras pesquisas envolvendo pacientes com diferentes alterações de linguagem
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 07.08.2017
  • Acesso à fonte
    How to cite
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    • ABNT

      COSTA, Tharsila Moreira Gomes da; MANSUR, Leticia Lessa. Teste de morfologia da língua portuguesa em sujeitos normais: efeitos de escolaridade. 2017.Universidade de São Paulo, São Paulo, 2017. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5170/tde-25102017-154521/ >.
    • APA

      Costa, T. M. G. da, & Mansur, L. L. (2017). Teste de morfologia da língua portuguesa em sujeitos normais: efeitos de escolaridade. Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5170/tde-25102017-154521/
    • NLM

      Costa TMG da, Mansur LL. Teste de morfologia da língua portuguesa em sujeitos normais: efeitos de escolaridade [Internet]. 2017 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5170/tde-25102017-154521/
    • Vancouver

      Costa TMG da, Mansur LL. Teste de morfologia da língua portuguesa em sujeitos normais: efeitos de escolaridade [Internet]. 2017 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5170/tde-25102017-154521/

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