Why do women in the private sector have shorter pregnancies in Brazil?: Left shift of gestational age, caesarean section and inversion of the expected disparity (2016)
- Authors:
- Autor USP: DINIZ, CARMEN SIMONE GRILO - FSP
- Unidade: FSP
- DOI: 10.7322/jhgd.113712
- Subjects: PARTO; CESÁREA; ASSISTÊNCIA À SAÚDE; SAÚDE DA MULHER; EQUIDAE
- Language: Inglês
- Abstract: INTRODUÇÃO: A idade gestacional (IG) ao nascimento é o principal preditor da saúde neonatal. Observa-se no Brasil uma redução da IG populacional (desvio à esquerda), atualmente em torno de 39 semanas. OBJETIVO: Analisar o desvio à esquerda da Idade Gestacional (DEIG) no Município de São Paulo (MSP) e na Região Sudeste do Brasil (RSB), e fatores associados. MÉTODO: Estudo epidemiológico descritivo do desvio à esquerda da IG no MSP (dados do SINASC para 2012) e na RSB (dados da pesquisa "Nascer no Brasil" 2011-12). Verificou-se a diferença na duração da gravidez segundo tipo de nascimento (vaginal ou cesárea) e forma de pagamento (público e privado) com base nas curvas de distribuição da IG em semanas. RESULTADOS: No MSP, nos partos vaginais o pico da IG está em 39 semanas, enquanto nas cesáreas está em 38 semanas, com DEIG de uma semana. A maioria dos partos vaginais ocorre no termo pleno (39-406/7), enquanto a maioria das cesarianas ocorrem no termo precoce (37-386/7). Na Região Sudeste, 52,9% dos nascimentos ocorreram no termo pleno. No sistema privado, houve mais cesáreas e menor IG com 60,4% nascendo no termo precoce, enquanto no público, 58,7% ocorreram no termo pleno. CONCLUSÃO: Há um desvio à esquerda da IG de uma semana para os nascidos por cesárea no setor privado. Há uma inversão na disparidade esperada, com as mulheres de maior renda e escolaridade apresentando desfechos inferiores aos das mais pobres. O uso de variáveis contínuas (em dias ou semanas de gravidez perdidos) na estimativa da IG pode contribuir para a melhor compreensão do paradoxo perinatal brasileiro
- Imprenta:
- Source:
- Título: Journal of Human Growth and Development
- ISSN: 2175-3598
- Volume/Número/Paginação/Ano: v.26, n.1, p.33-40, 2016
- Status:
- Artigo publicado em periódico de acesso aberto (Gold Open Access)
- Versão do Documento:
- Versão publicada (Published version)
- Acessar versão aberta:
-
ABNT
DINIZ, Carmen Simone Grilo et al. Why do women in the private sector have shorter pregnancies in Brazil?: Left shift of gestational age, caesarean section and inversion of the expected disparity. Journal of Human Growth and Development, v. 26, n. 1, p. 33-40, 2016Tradução . . Disponível em: https://doi.org/10.7322/jhgd.113712. Acesso em: 16 abr. 2026. -
APA
Diniz, C. S. G., Miranda, M. J. de, Reis-Queiroz, J., Queiroz, M. R., & Salgado, H. de O. (2016). Why do women in the private sector have shorter pregnancies in Brazil?: Left shift of gestational age, caesarean section and inversion of the expected disparity. Journal of Human Growth and Development, 26( 1), 33-40. doi:10.7322/jhgd.113712 -
NLM
Diniz CSG, Miranda MJ de, Reis-Queiroz J, Queiroz MR, Salgado H de O. Why do women in the private sector have shorter pregnancies in Brazil?: Left shift of gestational age, caesarean section and inversion of the expected disparity [Internet]. Journal of Human Growth and Development. 2016 ;26( 1): 33-40.[citado 2026 abr. 16 ] Available from: https://doi.org/10.7322/jhgd.113712 -
Vancouver
Diniz CSG, Miranda MJ de, Reis-Queiroz J, Queiroz MR, Salgado H de O. Why do women in the private sector have shorter pregnancies in Brazil?: Left shift of gestational age, caesarean section and inversion of the expected disparity [Internet]. Journal of Human Growth and Development. 2016 ;26( 1): 33-40.[citado 2026 abr. 16 ] Available from: https://doi.org/10.7322/jhgd.113712 - Desigualdades sociodemográficas e na assistência à maternidade entre puérperas no Sudeste do Brasil segundo cor da pele: dados do inquérito nacional Nascer no Brasil (2011-2012)
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