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Estudo morfométrico do pedículo cervical (2017)

  • Authors:
  • Autor USP: NASCIMENTO, ANDERSON LUIS DO - FMRP
  • Unidade: FMRP
  • Sigla do Departamento: RAL
  • Subjects: ANATOMIA; TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE EMISSÃO; REGIÃO CERVICAL; PARAFUSOS
  • Keywords: Anatomia; Anatomy; Cervical spine; Coluna cervical; Computed tomography; Pedicle; Pedículo; Tomografia computadorizada
  • Language: Português
  • Abstract: A inserção do parafuso pedicular cervical é um procedimento cirúrgico tecnicamente desafiador. Assim, o amplo conhecimento da morfologia das vértebras cervicais, particularmente do pedículo, é essencial para minimizar o risco de ferimentos graves a estruturas neurovasculares. O objetivo deste estudo foi conduzir uma avaliação detalhada de exames de tomografia computadorizada (TC) na população brasileira do ponto de entrada, trajetória, e dimensões dos pedículos da coluna cervical. Duzentos pacientes consecutivos foram retrospectivamente avaliados utilizando a TC da coluna cervical, com a reconstrução da imagem de cada vértebra no plano axial com 2 mm, e no plano sagital com 3 mm. Os parâmetros no plano axial incluíram a espessura pedicular (EP), o comprimento pedicular axial (CPA), o ângulo pedicular transverso (APT) e a distância do ponto de entrada ao ângulo entre a lâmina e o processo espinhoso (DPE). As medidas no plano sagital envolveram a altura pedicular (AP) e o ângulo pedicular sagital (APS). A EP e AP média são menores nos pacientes do sexo feminino do que nos pacientes do sexo masculino em todas as vertebras cervicais, porém não houve diferença significativa do APT entre os sexos. O APS variou de 15,2° a 23,7°. Os valores médios do CPA e DPE apresentaram uma tendência a diminuir de proximal para distal na coluna cervical. A EP encontrada foi menor que 4 mm em 7,5% dos pacientes do sexo masculino (C3) e em 25% dos pacientes do sexo feminino (C3), e menores que 4,5mm em 20% dos pacientes do sexo masculino (C3) e em 66% dos pacientes do sexo feminino (C3). A confiabilidade intra e interobservador foram muito boas para a medida tomográfica da EP, e boa para a AP. Para o CPA, a confiabilidade intraobservador foi boa, porém a confiabilidade interobservador variou de moderada a boa. Considerando o APT e APS, a confiabilidade intraobservador foi boa, mas a confiabilidade interobservador moderada para o APT e fraca para o APS. As medidas do DPE evidenciaram fraca confiabilidade intraobservador e fraca ou moderada confiabilidade interobservador. Nossos resultados apresentaram tendência similar aos de estudos prévios, no entanto a frequência de pacientes com a EP < 4,5 mm em nossa população é maior, sugerindo um risco aumentado durante a tentativa de realizar a técnica transpedicular
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 13.02.2017
  • Acesso à fonte
    How to cite
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    • ABNT

      NASCIMENTO, Anderson Luis do; HERRERO, Carlos Fernando Pereira da Silva. Estudo morfométrico do pedículo cervical. 2017.Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, 2017. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17142/tde-07062017-134424/ >.
    • APA

      Nascimento, A. L. do, & Herrero, C. F. P. da S. (2017). Estudo morfométrico do pedículo cervical. Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17142/tde-07062017-134424/
    • NLM

      Nascimento AL do, Herrero CFP da S. Estudo morfométrico do pedículo cervical [Internet]. 2017 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17142/tde-07062017-134424/
    • Vancouver

      Nascimento AL do, Herrero CFP da S. Estudo morfométrico do pedículo cervical [Internet]. 2017 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17142/tde-07062017-134424/

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