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Punção periférica da jugular externa para coleta de células progenitoras hematopoéticas de sangue periférico (2017)

  • Authors:
  • USP affiliated authors: SILVA, NIXON RAMOS DA - FMRP
  • Unidades: FMRP
  • Sigla do Departamento: RCM
  • Subjects: CÉLULAS-TRONCO; VEIAS JUGULARES; TRANSPLANTE AUTÓLOGO; HEMATOPOESE; PUNÇÕES
  • Keywords: Células progenitoras; Cubital fossa; Flebotomia; Fossa cubita; Jugular veins; Phlebotomy; Stem cells; Veia jugular
  • Language: Português
  • Abstract: Introdução: O transplante autólogo de células progenitoras hematopoéticas é indicado para tratamento de várias doenças neoplásicas e não-neoplásicas, tais como linfoma, mieloma múltiplo e doenças autoimunes. Para isso, é imprescindível coletar as células progenitoras hematopoéticas (CPHs), em geral mobilizadas para o sangue periférico, por meio de equipamentos de aférese e acesso venoso adequado, seja de veia periférica seja de veia central quando a primeira não for adequada. Usualmente, o acesso periférico se dá por veia da fossa cubital. Entretanto, a veia jugular externa também poderia ser uma opção em pacientes em que a veia cubital não proporcionar fluxo sanguíneo adequado, uma possibilidade ainda muito pouco explorada nesse contexto. Objetivos: Avaliar a viabilidade de coletar CPHs pela veia jugular externa em pacientes que não tem acesso por meio da veia da fossa cubital.Métodos: Trata-se de estudo observacional do tipo transversal, com coleta retrospectiva dos dados por meio da análise das fichas médicas arquivadas no Hemonúcleo do Hospital de Câncer de Barretos. A amostra foi composta de 26 indivíduos, sendo que 13 (50%) dos participantes tiveram a punção da veia jugular externa e os outros 13 (50%) foram extraídos aleatoriamente do conjunto de 913 pacientes que tiveram a punção da veia da fossa cubital para equilíbrio numérico das amostras, no período de 2007 a 2014. Resultados: Dos 26 participantes do estudo, 19 (76,9%) foram do sexo masculino e 7 (23,1%) do sexofeminino. Entre as doenças, o mieloma foi a mais prevalente, não houve diferença quanto ao diagnóstico entre os dois grupos fossa cubital e jugular. As médias de células CD34+ coletadas no grupo fossa cubital e no grupo jugular foram de 10,0 x 106/kg e 5,1 x 106/kg, respectivamente (p=0,20). As volemias processadas foram de 4,2 e 4,4 para os grupos fossa cubital de jugular (p=0,12). O fluxo médio de aspiração do sangue foi de 69±17 mL/minuto e 62±17 mL/minuto (p=0,29). Conclusão: Há viabilidade da coleta de CPH por via jugular externa
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 08.03.2017

  • How to cite
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    • ABNT

      SILVA, Nixon Ramos da; SANTIS, Gil Cunha de. Punção periférica da jugular externa para coleta de células progenitoras hematopoéticas de sangue periférico. 2017.Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, 2017. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17155/tde-08062017-094754/ >.
    • APA

      Silva, N. R. da, & Santis, G. C. de. (2017). Punção periférica da jugular externa para coleta de células progenitoras hematopoéticas de sangue periférico. Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17155/tde-08062017-094754/
    • NLM

      Silva NR da, Santis GC de. Punção periférica da jugular externa para coleta de células progenitoras hematopoéticas de sangue periférico [Internet]. 2017 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17155/tde-08062017-094754/
    • Vancouver

      Silva NR da, Santis GC de. Punção periférica da jugular externa para coleta de células progenitoras hematopoéticas de sangue periférico [Internet]. 2017 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17155/tde-08062017-094754/

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