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Prescrição tomográfica volumétrica e a responsabilidade do radiologista na interpretação das imagens (2016)

  • Authors:
  • Autor USP: HANDEM, ROBERTA HEIFFIG - FOB
  • Unidade: FOB
  • Sigla do Departamento: BAE
  • Subjects: TOMOGRAFIA; DIAGNÓSTICO POR IMAGEM; TRATAMENTO ODONTOLÓGICO
  • Language: Português
  • Abstract: A tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC) oferece um uso abrangente na prática odontológica e sua disseminação fez com que aumentasse o número de prescrições para esse exame. Há vários tipos de aparelhos de TCFC disponíveis no mercado e diversos protocolos. Campos de visão (Field of View) maiores permitem visualizar e analisar arcos completos de todo complexo maxilo-mandibular. Apesar de uma estrutura ou região específica serem o alvo principal do exame, as estruturas anatômicas a seu redor inevitavelmente são visíveis nas imagens capturadas. Nesse caso, quando uma alteração é visível, mas não é o principal motivo da realização do exame, denomina-se de achado incidental (AI). Uma pesquisa foi realizada com o objetivo de avaliar a influência de exames de TCFC em achados incidentais, resultando em um artigo. Ademais, para melhor descrever e esclarecer sua importância, um segundo artigo foi desenvolvido para atualizar e guiar cirurgiõesdentistas sobre como analisar todo o exame realizado. 100 exames de TCFC foram avaliados por um cirurgião-dentista radiologista com experiência na área. A região maxilofacial foi dividida em cinco zonas: vias aéreas e cavidade nasal (Zona 1), articulação temporomandibular (Zona 2), ossos (Zona 3), lesões dos maxilares (Zona 4), dentes (Zona 5) e avaliação de tecidos moles (Zona 6). A maioria dos exames pertence ao gênero feminino (60%). Em 82 exames, pelo menos um achado incidental foi encontrado. A maxila foi considerada o arco mais solicitado para a avaliação. Os principais motivos de prescrição de exames de TCFC foram: planejamento de implantes dentários (80,3%), dentes não-irrompidos (7,8%), fratura dentária (7,8%), enxerto ósseo (1,9%) e lesões do complexo maxilo-mandibular.A incidência de achados incidentais foi maior na Zona 5 (99 AI), seguida das zonas 1 (44 AI), Zona 6 (20 AI), Zona 2 (10 AI), Zona 3 (10 AI), Zona 4 (1). O número total de achados incidentais em todos os exames foi de 185, sendo que 55 deles necessitavam de intervenção, 24 necessitavam acompanhamento e 106 não necessitavam de acompanhamento. Os resultados mostraram um grande número de achados incidentais em exames de TCFC, ressaltando que mesmo quando uma estrutura específica é objetivada no exame, toda a área visível deve ser avaliada criteriosamente a fim de evitar a não visualização de possíveis alterações.
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 20.02.2017

  • How to cite
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    • ABNT

      HANDEM, Roberta Heiffig; CAPELOZZA, Ana Lúcia Alvares. Prescrição tomográfica volumétrica e a responsabilidade do radiologista na interpretação das imagens. 2016.Universidade de São Paulo, Bauru, 2016.
    • APA

      Handem, R. H., & Capelozza, A. L. A. (2016). Prescrição tomográfica volumétrica e a responsabilidade do radiologista na interpretação das imagens. Universidade de São Paulo, Bauru.
    • NLM

      Handem RH, Capelozza ALA. Prescrição tomográfica volumétrica e a responsabilidade do radiologista na interpretação das imagens. 2016 ;
    • Vancouver

      Handem RH, Capelozza ALA. Prescrição tomográfica volumétrica e a responsabilidade do radiologista na interpretação das imagens. 2016 ;


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