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Força de mordida em crianças com fissura labiopalatina unilateral e bilateral reparada (2015)

  • Authors:
  • Autor USP: GARCIA, MICHELE ALVES - HRACF
  • Unidade: HRACF
  • Subjects: FISSURA LÁBIOPALATINA; FORÇA DE MORDIDA
  • Language: Português
  • Abstract: Objetivo: Avaliar a força de mordida (FM) em crianças com fissura labiopalatina (FLP) reparada. Material e Métodos: Cento e cinquenta crianças, com idade entre 6-12 anos, com e sem FLP, foram divididos em 5 grupos: 1) grupo controle (CON) : 34 crianças sem FLP; 2) grupo com fissura pré-forame incisivo (FPré): 31 crianças com fissura envolvendo o pré-maxila; 3) grupo FLP transforame incisivo unilateral (FTU): 36 crianças com FLP transforame incisivo unilateral completa; 4) grupo FLP transforame incisivo bilateral (FTB): 32 crianças com FLP transforame incisivo bilateral completa; e 5) grupo fissura pós-forame incisivo (FPós): 17 crianças com fissura pós-forame incisivo completa. A FM, expressa em Kgf, foi avaliada por meio de gnatodinamômetro (IDDK, Kratos, Cotia, SP, Brasil). Foram feitas 3 medidas consecutivas, com um intervalo de 1 minuto entre elas, para evitar a fadiga do voluntário. A medida mais elevada foi considerada para análise. Para os grupos CON, FTB, FPré e FPós, a FM foi obtida na região anterior e posterior da maxila. Para o grupo FTU, FM foi avaliada nas regiões anterior e posterior de ambos os segmentos, a fim de se distinguir os valores de FM em regiões diferentemente afetadas pela presença da fissura. As diferenças entre os grupos foram avaliadas através do teste ANOVA de medidas repetidas. O teste de Tukey foi utilizado para aferir correlação entre as variáveis. Para a correlação entre FM e idade, foi utilizado o teste de Correlação de Pearson. Em todos os casos, foram considerados significativos valores de p<0.05. Resultados: Não foram encontradas diferenças significativas entre a FM posterior do grupo CON (30,7±9,2) e dos grupos FPré (35,3±11,6), FTU (lado fissurado: 26,5±10,7 e lado não-fissurado: 29,6±10,0), FTB (25,6±5,9) e FPós (29,1±12,0). Entretanto, valores de FM significantemente maiores foram observados no grupo FPré, quando (Continua)(Continuação) comparado a FTU e FTB. Não foram observadas diferenças significantes entre o lado fissurado e não fissurado do grupo FTU. Finalmente, em todos os grupos, os valores de FM da região anterior da maxila foram menores, quando comparados à região posterior. Conclusão: Neste trabalho os valores de FM em crianças com FLP foram equivalentes àqueles encontrados em crianças sem essa anomalia
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 08.12.2015
  • Acesso à fonte
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    • ABNT

      GARCIA, Michele Alves; SUEDAM, Ivy Kiemle Trindade. Força de mordida em crianças com fissura labiopalatina unilateral e bilateral reparada. 2015.Universidade de São Paulo, Bauru, 2015. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/61/61132/tde-18102016-112401/pt-br.php >.
    • APA

      Garcia, M. A., & Suedam, I. K. T. (2015). Força de mordida em crianças com fissura labiopalatina unilateral e bilateral reparada. Universidade de São Paulo, Bauru. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/61/61132/tde-18102016-112401/pt-br.php
    • NLM

      Garcia MA, Suedam IKT. Força de mordida em crianças com fissura labiopalatina unilateral e bilateral reparada [Internet]. 2015 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/61/61132/tde-18102016-112401/pt-br.php
    • Vancouver

      Garcia MA, Suedam IKT. Força de mordida em crianças com fissura labiopalatina unilateral e bilateral reparada [Internet]. 2015 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/61/61132/tde-18102016-112401/pt-br.php


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