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Convergência da videoeletroencefalografia prolongada e da ressonância magnética de encéfalo na determinação de zonas epileptogênicas extrahipocampais presumidas (2016)

  • Authors:
  • Autor USP: MONNERAT, BRUNO ZANOTELLI - FMRP
  • Unidade: FMRP
  • Sigla do Departamento: RNP
  • Subjects: EPILEPSIA; ELETROENCEFALOGRAFIA; CIRURGIA; RESSONÂNCIA MAGNÉTICA
  • Keywords: Accuracy; Acurácia; Cirurgia de epilepsia; Cortical dysplasia; Displasia cortical; Epilepsy; Imagem de ressonância magnética; Magnetic resonance imaging. epilepsy surgery; Videoelectroencephalography; Videoeletroencefalografia
  • Language: Português
  • Abstract: Pacientes com epilepsia farmacorresistente, frequentemente, possuem lesões extrahipocampais como etiologia. Muitas vezes, estes pacientes se beneficiam de lesionectomias para redução da ocorrência de crises epilépticas. Para que possam se submeter a este procedimento, atualmente é necessário o uso tanto da videoeletroencefalografia prolongada (VEEG) quanto da imagem de ressonância magnética do encéfalo (IRM) para delimitação apurada da zona epileptogênica, local que deve ser ressecado para controle das crises. No presente trabalho, foi estudada a acurácia diagnóstica da VEEG e da IRM na determinação da zona epileptogênica de pacientes com displasia cortical focal. Comparou-se os locais de ocorrência da zona de início ictal (VEEG) e da lesão epileptogênica (IRM) se concordantes ou discordantes com o local da cirurgia. Foram revisados os prontuários médicos de 209 pacientes, sendo o padrão de referência (local da cirurgia) e tempo de acompanhamento pós-operatório superior a 12 meses disponíveis em 43 pacientes. A VEEG apresentou sensibilidade de 85,7% (IC 95% 62,6-96,2) e especificidade de 41,1% (IC 95% 19,4-66,5), com valor preditivo positivo de 64,2% (IC 95% 44,1-80,6) e valor preditivo negativo de 70% (IC 95% 35,3-91,9). A IRM apresentou sensibilidade de 91,6% (IC 95% 71,5-98,5) e especificidade de 36,8% (IC 95% 17,2-61,3), com valor preditivo positivo de 64,7% (IC 95% 46,4-79,6) e valor preditivo negativo de 77,7% (IC 95% 40,1-96). As diferenças de sensibilidade eespecificidade, áreas sob as curvas ROC e os índices de Youden não foram significativas. A concordância dos resultados da VEEG e da IRM foi moderada (k=0,599; p<0,01; IC 95% 0,468-0,730)
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 20.07.2016
  • Acesso à fonte
    How to cite
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    • ABNT

      MONNERAT, Bruno Zanotelli; SAKAMOTO, Américo Ceiki. Convergência da videoeletroencefalografia prolongada e da ressonância magnética de encéfalo na determinação de zonas epileptogênicas extrahipocampais presumidas. 2016.Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, 2016. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17140/tde-05012017-092914/ >.
    • APA

      Monnerat, B. Z., & Sakamoto, A. C. (2016). Convergência da videoeletroencefalografia prolongada e da ressonância magnética de encéfalo na determinação de zonas epileptogênicas extrahipocampais presumidas. Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17140/tde-05012017-092914/
    • NLM

      Monnerat BZ, Sakamoto AC. Convergência da videoeletroencefalografia prolongada e da ressonância magnética de encéfalo na determinação de zonas epileptogênicas extrahipocampais presumidas [Internet]. 2016 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17140/tde-05012017-092914/
    • Vancouver

      Monnerat BZ, Sakamoto AC. Convergência da videoeletroencefalografia prolongada e da ressonância magnética de encéfalo na determinação de zonas epileptogênicas extrahipocampais presumidas [Internet]. 2016 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17140/tde-05012017-092914/


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