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Modos de coexistência mediada por uma ontologia da atenção distribuída digitalmente (2016)

  • Authors:
  • Autor USP: STANGL, ANDRE FIGUEIREDO - ECA
  • Unidade: ECA
  • Sigla do Departamento: CCA
  • Subjects: COMUNICAÇÃO DIGITAL; COMUNICAÇÃO DE MASSA; ONTOLOGIA; TEORIA DA COMUNICAÇÃO
  • Keywords: Cognitive ecology; Digitalização; Digitalization; Ecologia cognitiva; Mediação; Mediation; Modes of existence; Modos de existência
  • Language: Português
  • Abstract: A pesquisa apresenta o conceito da coexistência mediada comunicacionalmente e tenta identificar os "erros" de percepção que podem ocorrer entre as diversas formas/ambientes de mediação comunicacionais, representadas pelos fluxos e refluxos: acústicos, visuais, elétricos e digitais. O conceito de coexistência mediada comunicacionalmente é inspirado na "Investigação sobre os Modos de Existência", de Bruno Latour, e opera uma tradução da tensão entre essencialismo e correlacionismo visando a um deslocamento da atenção que nos ajude a perceber etnograficamente as relações entre humanos e não humanos. Assim, na primeira etapa da pesquisa foi feita uma revisão da "investigação" de Latour, descrevendo seus passos até a missão diplomática e colaborativa de composição de um mundo comum, representada pela AIME. Em seguida, foram mapeados os principais usos do termo mediação, buscando identificar aqueles mais próximos da AIME, como foi o caso das explorações de Marshall McLuhan. Por fim, para identificar esses fluxos e refluxos ontológicos foi realizada uma experimentação etnográfica sobre o fenômeno dos rolezinhos, partindo a princípio dos rastros das controvérsias sobre o evento. O percurso que levou a pesquisa a formular o conceito de coexistência mediada também levou a propor uma estratégia de autoconhecimento, ou autoantropologia, como prefere Marilyn Strathern, que nos ajude a lidar com a multiplicação dos ambientes de nossas ecologias cognitivas. Tendo como base indícios de que a velocidade e a intensidade do trânsito entre as diversas mediações comunicacionais instauram desvios e confusões (semelhantes a "erros" de percepção, aqui nomeados como efeito Flammarion), a pesquisa então propõe/constata o seguinte: para aprender a conviver com os desafios de uma atenção distribuída digitalmente e no sentido da diplomacia quenos levará a compor um novo e múltiplo mundo, talvez seja necessário reaprendermos a nos livrar da atenção
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 11.05.2016
  • Acesso à fonte
    How to cite
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    • ABNT

      STANGL, Andre Figueiredo; DI FELICE, Massimo. Modos de coexistência mediada por uma ontologia da atenção distribuída digitalmente. 2016.Universidade de São Paulo, São Paulo, 2016. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27152/tde-20022017-150757/ >.
    • APA

      Stangl, A. F., & Di Felice, M. (2016). Modos de coexistência mediada por uma ontologia da atenção distribuída digitalmente. Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27152/tde-20022017-150757/
    • NLM

      Stangl AF, Di Felice M. Modos de coexistência mediada por uma ontologia da atenção distribuída digitalmente [Internet]. 2016 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27152/tde-20022017-150757/
    • Vancouver

      Stangl AF, Di Felice M. Modos de coexistência mediada por uma ontologia da atenção distribuída digitalmente [Internet]. 2016 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27152/tde-20022017-150757/

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