Gliomas de vias ópticas e estudo volumétrico por ressonancia magnética: a quimioterapia importa? (2016)
- Authors:
- Autor USP: CALIXTO, NATHALIA CUNHA - FMRP
- Unidade: FMRP
- Sigla do Departamento: RNP
- Subjects: RESSONÂNCIA MAGNÉTICA; GLIOMA; PEDIATRIA; QUIMIOTERAPIA; VOLUMETRIA; NEUROFIBROMATOSES
- Keywords: Avaliação volumétrica; Gliomas óptico-quiasmáticos e hipotalâmicos (GOQH); Neurofibromatose I (NF1); Chemotherapy; Magnetic ressonance imaging; Neurofibromatosis I (NF1); Optic chiasmatic-hypothalamic gliomas (OCHG); Pediatric; Volumetric assessment
- Language: Português
- Abstract: Os gliomas de vias ópticas (GVO) representam 5% dos tumores cerebrais pediátricos e geralmente aparecem histologicamente como astrocitomas de baixo grau. Por causa do curso imprevisto dos GVO, as opções de tratamento ainda são controversas, envolvendo vigilancia^7 cirurgia, quimioterapia e radioterapia. Neste estudo, realizamos a análise volumétricos de gliomas de vias ópticas envolvendo as regiões óptico-quiasmáticas e hipotalamica (GOQH) para comparar a evolução as neoplasias tratadas com e sem quimioterapia, comparando o volume e componentes das lesões. Foram analisados retrospectivamente 14 pacientes com (GOQH) que foram submetidos a Ressonancia Magnética em nosso departamento de Janeiro de 2000 a Outubro de 2015. Um total de 45 RM de encéfalo foram incluidas, com uma média de 3,2 estudos/paciente. A avaliação das lesões foi realizada manualmente por um Neurorradiologista, usando o Soft~varc DISPLAY. Quatro destes pacientes eram portadores de NF- 1. Oito foram tratados com quimioterapia, sendo carboplatina e vincristina (Carbo/VCR) os agentes de primeira linha. As medidas volumétricos foram realizadas com separação entre os componentes sólidos e cisticos das neoplasia, usando as sequências FLAIR e T1 pós contraste, com o apoio de imagens ponderadas em T1 e T2. Um aumento de aproximadamente 30% do volume para as lesões sólidas e uma redução de 19,4% no volume das lesões sólido-cisticas foram observados no periodo global após o tratamento com quimioterapia, porém ambos sem sigoificancia estatística. Entre os pacientes não tratados, observou-se uma redução de 16,6 % do volume global das lesões durante o período de acompanharnento. A avaliação da eficácia do tratamento para pacientes com GOQH é difícil, dada a raridade de casos e heterogeneidade radiológico. Os dados de algumas publicações argumentam que o valor da quimioterapia é controversoe não se correlaciona com a resposta radiológico. Em nosso estudo observamos uma pequena redução do volume de neoplasias entre os pacientes tratados e não tratados com quimioterapia, porém sem significancia estatística. Ensaios clínicos prospectivos são necessários para melhor avaliar o efeito da quimioterapia sobre OPG
- Imprenta:
- Publisher place: Ribeirão Preto
- Date published: 2016
- Data da defesa: 04.07.2016
-
ABNT
CALIXTO, Nathalia Cunha. Gliomas de vias ópticas e estudo volumétrico por ressonancia magnética: a quimioterapia importa?. 2016. Mestrado Profissionalizante – Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, 2016. Disponível em: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17158/tde-04012017-151003/. Acesso em: 01 jan. 2026. -
APA
Calixto, N. C. (2016). Gliomas de vias ópticas e estudo volumétrico por ressonancia magnética: a quimioterapia importa? (Mestrado Profissionalizante). Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17158/tde-04012017-151003/ -
NLM
Calixto NC. Gliomas de vias ópticas e estudo volumétrico por ressonancia magnética: a quimioterapia importa? [Internet]. 2016 ;[citado 2026 jan. 01 ] Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17158/tde-04012017-151003/ -
Vancouver
Calixto NC. Gliomas de vias ópticas e estudo volumétrico por ressonancia magnética: a quimioterapia importa? [Internet]. 2016 ;[citado 2026 jan. 01 ] Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17158/tde-04012017-151003/
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