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Caracterização de placa ateroscleróticas em relação à morfologia, inflamação e proteínas nitradas (2016)

  • Authors:
  • Autor USP: KIERS, BIANCA - FM
  • Unidade: FM
  • Subjects: INFARTO DO MIOCÁRDIO; DOENÇA CARDIOPULMONAR; VASOS CORONÁRIOS; ARTERIOSCLEROSE CORONÁRIA; ESTRESSE OXIDATIVO; IMUNOHISTOQUÍMICA
  • Keywords: Atherosclerosis; Coronary artery disease; Immunohistochemistry; Myocardial infarction; Oxidative stress
  • Language: Português
  • Abstract: Placas ateroscleróticas podem ser estáveis ou vulneráveis à formação de trombo, e os dois processos mais comumente envolvidos a este grave desfecho de trombose luminal são ruptura e erosão de placa. O conhecimento deste estado de vulnerabilidade pode ser importante na prática clínica. A parede arterial é um importante local de modificação proteica em resposta ao estresse. Proteínas em placas ateroscleróticas podem ser nitradas e seu acúmulo durante a aterogênese pode estar relacionado à captação de lipídios. Entre as consequências da nitração proteica, um importante marcador de estresse oxidativo, estão alterações na estrutura, atividade e susceptibilidade a proteólise e estas mudanças podem estar relacionadas a estabilidade da placa. Assim, este estudo teve como objetivo a quantificação e a verificação da distribuição tecidual de proteínas nitradas em segmentos de diferentes graus de vulnerabilidade de um mesmo indivíduo, e a correlação destes marcadores com o perfil histopatológico da placa. Segmentos de diferentes ramos coronários de 30 indivíduos, após infarto agudo do miocárdio fatal, foram estudados. Cinco tipos de placas ateroscleróticas de cada indivíduo foram selecionados, considerando o percentual de estenose e a presença ou não de trombo. Proteínas nitradas totais, linfócitos e macrófagos foram avaliados pela técnica de imuno-histoquímica. Os segmentos apresentando ruptura de placa demonstraram maior número de linfócitos e macrófagos nas camadas adventícia e íntima quando comparados a outros segmentos.A nitração estava relacionada com marcadores histológicos de vulnerabilidade da placa. Além disso, proteínas nitradas estavam diferentemente distribuídas nas camadas do vaso e altos níveis destas proteínas não foram implicados em todos os casos de formação de trombo, já que foi detectado em maior quantidade somente em rupturas de placa e não em casos de erosão de placa. Estes resultados mostram que estresse oxidativo é um importante atributo na diferenciação destes estados patológicos
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 29.09.2016
  • Acesso à fonte
    How to cite
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    • ABNT

      KIERS, Bianca; PEREIRA, Alexandre da Costa. Caracterização de placa ateroscleróticas em relação à morfologia, inflamação e proteínas nitradas. 2016.Universidade de São Paulo, São Paulo, 2016. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5166/tde-05122016-141336/ >.
    • APA

      Kiers, B., & Pereira, A. da C. (2016). Caracterização de placa ateroscleróticas em relação à morfologia, inflamação e proteínas nitradas. Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5166/tde-05122016-141336/
    • NLM

      Kiers B, Pereira A da C. Caracterização de placa ateroscleróticas em relação à morfologia, inflamação e proteínas nitradas [Internet]. 2016 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5166/tde-05122016-141336/
    • Vancouver

      Kiers B, Pereira A da C. Caracterização de placa ateroscleróticas em relação à morfologia, inflamação e proteínas nitradas [Internet]. 2016 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5166/tde-05122016-141336/

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