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Influência da densidade tubular em diferentes profundidades dentinárias na estabilidade de união de cimentos de iônomero de vidro (2016)

  • Authors:
  • USP affiliated authors: SILVA, ALINE GALVãO DOS SANTOS - FO
  • Unidades: FO
  • Sigla do Departamento: ODO
  • Subjects: TÚBULO DENTINÁRIO; CIMENTOS DE IONÔMEROS DE VIDRO; CISALHAMENTO
  • Keywords: Bonding stability; Cimentos de ionômero de vidro; Densidade tubular; Estabilidade de união; Glass ionomer cement; Microshear resistence; Resistência ao microcisalhamento; Tubular density
  • Language: Português
  • Abstract: O objetivo do estudo foi avaliar a influência da densidade tubular em diferentes profundidades dentinárias na estabilidade de união de dois cimentos de ionômero de vidro (CIV) de alta viscosidade. Vinte terceiros molares foram alocados em 6 grupos experimentais, de acordo com a profundidade da dentina - proximal, oclusal superficial ou oclusal profunda, e os CIVs - Fuji IX (GC Corp.) e Ketac(TM) Molar Easy Mix (3M/ESPE). Inicialmente os dentes foram cortados a fim de se obter fatias de aproximadamente 1 mm de espessura de dentina proximal, oclusal superficial e profunda. Em seguida, foi realizado uma análise topográfica das secções das diferentes superfícies e profundidades em microscopia confocal a laser (100X) para obtenção das médias da densidade tubular em cada profundidade. Cânulas de polietileno foram então posicionadas sobre as secções de dentina pré-tratadas e preenchidas pelos CIVs. Os espécimes foram armazenados em água destilada por 24 h e 12 meses a 37°C, em seguida foram submetidos ao ensaio de microcisalhamento (0,5 mm/min). Após o ensaio, foi realizada a análise do padrão de fratura em estereomicroscópio (400X). Os dados obtidos foram submetidos à Análise de Variância para dados repetidos, seguido do teste de Tukey (?=5%). Verificamos que a densidade dos túbulos dentinários, em diferentes profundidades de molares permanentes, é inversamente proporcional a resistência de união de cimentos de ionômero de vidro de alta viscosidade. Foi ainda observado em todos osgrupos que a resistência de união após 24 horas é maior do que em 12 meses, indicando degradação da interface adesiva ao longo do tempo
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 19.02.2016
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    • ABNT

      SILVA, Aline Galvão dos Santos; RAGGIO, Daniela Prócida. Influência da densidade tubular em diferentes profundidades dentinárias na estabilidade de união de cimentos de iônomero de vidro. 2016.Universidade de São Paulo, São Paulo, 2016. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23132/tde-24052016-121811/ >.
    • APA

      Silva, A. G. dos S., & Raggio, D. P. (2016). Influência da densidade tubular em diferentes profundidades dentinárias na estabilidade de união de cimentos de iônomero de vidro. Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23132/tde-24052016-121811/
    • NLM

      Silva AG dos S, Raggio DP. Influência da densidade tubular em diferentes profundidades dentinárias na estabilidade de união de cimentos de iônomero de vidro [Internet]. 2016 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23132/tde-24052016-121811/
    • Vancouver

      Silva AG dos S, Raggio DP. Influência da densidade tubular em diferentes profundidades dentinárias na estabilidade de união de cimentos de iônomero de vidro [Internet]. 2016 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23132/tde-24052016-121811/

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