Leguminosae in an altitudinal gradient in the Atlantic Forest of Serra do Mar State Park, São Paulo, Brazil (2016)
- Authors:
- Autor USP: MEIRELES, LEONARDO DIAS - EACH
- Unidade: EACH
- DOI: 10.1590/1676-0611-BN-2014-0130
- Subjects: FABACEAE; LEGUMINOSAE; FLORESTAS; VEGETAÇÃO
- Language: Inglês
- Abstract: Estudos sobre variações florísticas e estruturais da floresta em relação è altitude têm contribuído para o conhecimento dos padrões e causas da distribuição espacial de plantas na Floresta Atlântica. Variáveis geográficas como latitude, longitude e altitude resultam em diferentes fitofisionomias, cujos limites recentemente estabelecidos não são um consenso. No litoral norte do estado de São Paulo as altitudes variam desde a Floresta de Restinga, próximo ao nível do mar, até a vegetação do topo do morro do Cuscuzeiro a 1.279 m de altitude. Para avaliar a riqueza, a diversidade taxonômica, similaridade florística e o potencial indicador de Leguminosae na caracterização das diferentes fitofisionomias da Floresta Ombrófila Densa no litoral norte de São Paulo foi construída uma matriz com a presença e ausência de 142 espécies em 15 diferentes faixas altitudinais. A maior riqueza de espécies foi observada na Floresta de Restinga (0-10 m), com 84 espécies, e na Floresta Montana (500-1.200 m), com 69 espécies. A faixa altitudinal com maior número de espécies arbóreas foi a de 10-50 m, com 34 espécies. Nas maiores altitudes esse número foi expressivamente menor, seis espécies de 1.100-1.200 m e nenhuma acima dessa cota. A análise de agrupamento (índice de Jaccard) revelou dissimilaridade das faixas 0-10 m e 1.100-1.200 m em relação ès faixas intermediárias. A Floresta de Terras baixas e a Submontana compartilham o maior número de espécies (25). Algumas espécies caracterizam certas formações ou têm o seu ambiente preferencial localizado em uma altitude específica, como é o caso de Abarema brachystachya e Inga subnuda (0-20 m), Inga lanceifolia, Inga mendoncaei e Ormosia minor (800-1.200m).Destacam-se por ocupar todas as fitofisionomias: Abarema langsdorffii e Senna macranthera. Leguminosae, embora bem adaptada è primeira colonização e exploração de diversos ambientes, está pobremente representada acima de 1.100 m de altitude
- Imprenta:
- Source:
- Título: Biota Neotropica
- ISSN: 1676-0611
- Volume/Número/Paginação/Ano: v. 16, n. 1, p. 1-15, jan./mar. 2016
- Status:
- Artigo publicado em periódico de acesso aberto (Gold Open Access)
- Versão do Documento:
- Versão publicada (Published version)
- Acessar versão aberta:
-
ABNT
SILVA, Edson Dias da e TOZZI, Ana Maria Goulart de Azevedo e MEIRELES, Leonardo Dias. Leguminosae in an altitudinal gradient in the Atlantic Forest of Serra do Mar State Park, São Paulo, Brazil. Biota Neotropica, v. 16, n. ja/mar. 2016, p. 1-15, 2016Tradução . . Disponível em: https://doi.org/10.1590/1676-0611-BN-2014-0130. Acesso em: 31 mar. 2026. -
APA
Silva, E. D. da, Tozzi, A. M. G. de A., & Meireles, L. D. (2016). Leguminosae in an altitudinal gradient in the Atlantic Forest of Serra do Mar State Park, São Paulo, Brazil. Biota Neotropica, 16( ja/mar. 2016), 1-15. doi:10.1590/1676-0611-BN-2014-0130 -
NLM
Silva ED da, Tozzi AMG de A, Meireles LD. Leguminosae in an altitudinal gradient in the Atlantic Forest of Serra do Mar State Park, São Paulo, Brazil [Internet]. Biota Neotropica. 2016 ; 16( ja/mar. 2016): 1-15.[citado 2026 mar. 31 ] Available from: https://doi.org/10.1590/1676-0611-BN-2014-0130 -
Vancouver
Silva ED da, Tozzi AMG de A, Meireles LD. Leguminosae in an altitudinal gradient in the Atlantic Forest of Serra do Mar State Park, São Paulo, Brazil [Internet]. Biota Neotropica. 2016 ; 16( ja/mar. 2016): 1-15.[citado 2026 mar. 31 ] Available from: https://doi.org/10.1590/1676-0611-BN-2014-0130 - On the rocks: biogeography andfloristic identity of rockyecosystems in eastern South America
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