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Efeito da amitriptilina em um modelo murino de colite (2015)

  • Authors:
  • Autor USP: NAMAZU, LILIAN BERNADETE - FMVZ
  • Unidade: FMVZ
  • Sigla do Departamento: VPT
  • Subjects: ANTIDEPRESSIVOS; COLITE; NEUROIMUNOMODULAÇÃO
  • Keywords: Amitriptilina; Amitriptyline; Doença inflamatória intestina; Neuroimmunomodulation; Inflammatory bowel disease
  • Language: Português
  • Abstract: Doenças inflamatórias intestinais (DII) em humanos são reações crônicas de etiologia complexa. Trata-se de uma reação imunológica exacerbada e depende da microbiota. O sistema nervoso interage com a imunidade do intestino de um modo bidirecional. Relatos clínicos e poucos achados experimentais apontam para uma ligação entre transtornos depressivos e doenças inflamatórias intestinais, sugerindo interação neuroimunológica na patogenia deste processo. Ainda, o tratamento de Doenças inflamatórias intestinais (DIIDoença de Crohn e Colite Ulcerativa) com antidepressivos em modelos murino de colite têm sugerido bons resultados na redução da inflamação. O mecanismo da inflamação na DII e a participação do sistema nervoso ou da modulação de tal processo pelo emprego de antidepressivos ainda não está totalmente elucidado. Este estudo teve como objetivo estudar o efeito do antidepressivo amitriptilina em um modelo murino de colite. A colite foi induzida em camundongos C57BL/6 por Dextrano Sulfato de Sódio (DSS) e a amitriptilina (AMT) foi administrada por via oral, em regime profilático ou terapêutico. Avaliamos a dose de AMT no teste de suspensão da cauda (TSC), o acúmulo de neutrófilos pela atividade de mieloperoxidase (MPO), burst oxidativo, curva de sobrevida, histopatologia do intestino, atividade da doença por sintomas clínicos, a depleção de muco intestinal, citocinas inflamatórias no cólon e no soro, fenotipagem de linfócitos T CD4+, T CD8+, e monócitos CD14+. Resultados: Adose de AMT (200 μg/ml) e os regimes de tratamento utilizados aqui foram capazes de impedir ou diminuir a histopatologia da colite, os sinais clínicos (ganho de peso (%), comprimento e peso do cólon) e a mortalidade dos animais no modelo terapêutico do grupo inflamado e tratado com AMT. A atividade de MPO, níveis circulantes de IL- 1β, IL- 6 e TNF- α foram reduzidas nos dois protocolos experimentais (profilático e terapêutico). Conclusões: Este estudo incluiu um período de tratamento prolongado, visto que os antidepressivos são conhecidos por serem eficazes em seres humanos depois de várias semanas a meses de prescrição, e confirmou a eficiência da via de administração oral, uma vez que os antidepressivos são geralmente administrados por via oral a seres humanos. Este regime de tratamento melhorou o potencial anti-inflamatório de AMT na redução DSS-colite em camundongos, com base nos parâmetros estudados
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 02.04.2015
  • Acesso à fonte
    How to cite
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    • ABNT

      NAMAZU, Lilian Bernadete; PINTO, Frederico Azevedo da Costa. Efeito da amitriptilina em um modelo murino de colite. 2015.Universidade de São Paulo, São Paulo, 2015. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/10/10133/tde-27082015-152949/ >.
    • APA

      Namazu, L. B., & Pinto, F. A. da C. (2015). Efeito da amitriptilina em um modelo murino de colite. Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/10/10133/tde-27082015-152949/
    • NLM

      Namazu LB, Pinto FA da C. Efeito da amitriptilina em um modelo murino de colite [Internet]. 2015 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/10/10133/tde-27082015-152949/
    • Vancouver

      Namazu LB, Pinto FA da C. Efeito da amitriptilina em um modelo murino de colite [Internet]. 2015 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/10/10133/tde-27082015-152949/


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