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Situação epidemiológica da brucelose bovina no Estado de Santa Catarina, Brasil (2015)

  • Authors:
  • Autor USP: BAUMGARTEN, KARINA DINIZ - FMVZ
  • Unidade: FMVZ
  • Sigla do Departamento: VPS
  • Subjects: BRUCELOSE ANIMAL; EPIDEMIOLOGIA VETERINÁRIA; BOVINOS (PATOLOGIA)
  • Keywords: Zoonoses; Zoonosis; Brasil; Brazil; Brucellosis; Brucelose; Fatores de risco; Prevalence; Prevalência; Risk fators
  • Language: Português
  • Abstract: Foi realizado um estudo para determinar a situação epidemiológica da brucelose bovina no estado de Santa Catarina. O estado foi divido em cinco regiões conforme as características de produção pecuária. Para cada região foi estipulado o valor mínimo de 300 propriedades, sendo distribuídas de forma proporcional em todos os municípios. Como unidade primária da amostra, as propriedades foram amostradas aleatoriamente em cada município e, dentro delas, escolhida aleatoriamente uma quantidade pré-determinada de fêmeas com idade igual ou superior a 24 meses, que foram testadas para o diagnóstico sorológico da brucelose. Este estudo utilizou amostras colhidas de 8.630 animais provenientes de 1.653 propriedades. Em cada propriedade sorteada, foi aplicado um questionário epidemiológico para verificar fatores de risco associados à infecção brucélica. O protocolo de testes utilizado foi a triagem com o Antígeno Acidificado Tamponado, seguido do teste dos reagentes com o 2-Mercaptoetanol (2-ME). Os animais com resultados inconclusivos no 2-ME foram retestados após 30 dias. A prevalência de focos foi de 0,912% [0,297 - 2,11]. As prevalências de focos, conforme a região, foram de 0,322% [0 - 0,959] na região 1, de 2,134% [0,862 4,348] na região 2, de 1,087% [0,297 - 2,760] na região 3, de 0,325% [0,0 - 0,968] na região 4 e de 0,293% [0 0,875] na região 5. A prevalência em animais em Santa Catarina foi de 1,21% [0,0951 4,97]. A prevalência em animais nas regiões 1, 4 e 5 foi igual a 0%,na região 2 foi de 1,02% [0,280 2,57] e na região 3 foi de 1,97% [0,106 - 8,84]. Este estudo revelou que os fatores de risco associados à condição de foco de brucelose no Estado foram: o tamanho do rebanho > 12 fêmeas (OR = 7,47 [2,14 - 34,34]) e a presença de áreas alagadas (OR = 5,68 [1,62 - 26,13]). Utilizando um teste de duas proporções comparou-se as prevalências encontradas neste estudo e no estudo anterior (2002), sendo encontrada diferença significativa apenas na região 2, com valor de P<0,05 (P=0,031). Dada a baixa prevalência encontrada, o sistema de vigilância deve ser incrementado visando a eliminação da doença no Estado
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 27.08.2015
  • Acesso à fonte
    How to cite
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    • ABNT

      BAUMGARTEN, Karina Diniz; FERREIRA NETO, José Soares. Situação epidemiológica da brucelose bovina no Estado de Santa Catarina, Brasil. 2015.Universidade de São Paulo, São Paulo, 2015. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/10/10134/tde-05112015-101607/ >.
    • APA

      Baumgarten, K. D., & Ferreira Neto, J. S. (2015). Situação epidemiológica da brucelose bovina no Estado de Santa Catarina, Brasil. Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/10/10134/tde-05112015-101607/
    • NLM

      Baumgarten KD, Ferreira Neto JS. Situação epidemiológica da brucelose bovina no Estado de Santa Catarina, Brasil [Internet]. 2015 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/10/10134/tde-05112015-101607/
    • Vancouver

      Baumgarten KD, Ferreira Neto JS. Situação epidemiológica da brucelose bovina no Estado de Santa Catarina, Brasil [Internet]. 2015 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/10/10134/tde-05112015-101607/

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