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Fatores de risco para óbito por influenza (AH1N1)pdm09, Estado de São Paulo, 2009 (2015)

  • Authors:
  • Autor USP: RIBEIRO, ANA FREITAS - FSP
  • Unidade: FSP
  • Sigla do Departamento: HEP
  • DOI: 10.11606/T.6.2016.tde-08042015-095247
  • Subjects: INFLUENZA (MORTALIDADE;HUMANO); FATORES DE RISCO; GESTANTES; PACIENTES INTERNADOS; DOENÇAS RESPIRATÓRIAS; SAÚDE MATERNO-INFANTIL; ESTUDOS DE CASOS E CONTROLES
  • Keywords: Influenza Humana
  • Language: Português
  • Abstract: No primeiro estudo foi definido modelo de regressão logística múltipla para análise dos fatores associados ao óbito. Resultados- No primeiro estudo, foram investigados 193 casos e 386 controles, 73,6 por cento dos casos e 38,1 por cento dos controles tinham alguma condição de risco para complicações relacionadas à influenza. No modelo final, as seguintes variáveis foram fatores de risco para óbito: idade entre 18 a 59 anos, Odds Ratio Ajustado-ORa de 2,31, 95 por cento IC 1,31-4,10, (referência pacientes < 18 anos), presença de pelo menos uma condição de risco (ORa=1,99, 95 por cento IC 1,11-3,57), mais de uma condição de risco (ORa=6,05 95 por cento IC 2,76-13,28), obesidade (ORa=2,73, 95 por cento IC 1,28- 5,83), imunossupressão (ORa=3,43 95 por cento IC 1,28-9,19) e ter tido atendimento prévio à internação (ORa=3,35, 95 por cento IC 1,75-6,40). O tratamento antiviral, quando administrado nas primeiras 48 horas do início dos sintomas foi fator de proteção para óbito, (ORa=0,17, 95 por cento IC 0,08-0,37). Houve benefício também da administração do antiviral entre 48 a 72 horas, (ORa=0,30, 95 por cento IC 0,11-0,81). Em gestantes, foram investigados 48 casos e 185 controles. Foram fatores de risco para óbito: ter tido atendimento prévio à internação, (ORb de 8,03, 95 por cento IC 2,38-27,09) e terceiro trimestre de gestação, (ORb=4,45, 95 por cento IC 1,15-29,25). Tratamento antiviral foi fator de proteção, quando administrado até 48 horas do início dos sintomas(ORb=0,14, 95 por cento IC 0,05-0,37), e de 48 a 72 horas, (ORb=0,13, 95 por cento IC 0,02-0,68). Em relação aos desfechos gestacionais, houve maior proporção de perdas fetais e partos prematuros entre os casos, p=0,001. As gestantes que evoluíram para óbitos tiveram recém nascidos vivos com mais baixo peso e índices inferiores no Apgar do primeiro minuto, p=0,016, quando comparado aos controles que tiveram parto durante a internação, p<0,001. Conclusão: A identificação dos pacientes de maior risco e o tratamento precoce são fatores importantes para a redução da morbimortalidade por influenza.Introdução- Em abril de 2009, novo subtipo viral foi identificado, Influenza A(H1N1)pdm09. Em 11 de junho de 2009, a Organização Mundial da Saude anunciou o início de uma pandemia de influenza. Objetivo- Investigar os fatores de risco para óbito por Influenza A(H1N1)pdm09 em pacientes e em gestantes hospitalizados com Doença Respiratória Aguda Grave-DRAG. Nas gestantes, foram analisados também os desfechos gestacionais e neonatais. Metodologia- Foram realizados dois estudos caso-controles, em pacientes e em gestantes hospitalizados com Influenza A(H1N1)pdm09 confirmada laboratorialmente e DRAG. Os casos evoluíram para óbito e os controles para cura. Os casos e controles foram selecionados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação-SINANInfluenza- web, sendo sorteados dois controles no estudo dos pacientes, e quatro no das gestantes, pareados por semana epidemiológica da data de internação do caso. O primeiro estudo foi realizado nas regiões Metropolitanas de São Paulo e de Campinas, de 28 de junho a 29 de agosto de 2009. Nas gestantes, o estudo incluiu o Estado de São Paulo, de 09 de junho a 01 de dezembro de 2009. Foram realizadas avaliações dos prontuários hospitalares e entrevistas domiciliares, a partir de formulários padronizados. Foram empregados testes de Mann-Whitney-U ou quiquadrado para comparação das variáveis, e cálculos dos odds ratio brutos-ORb e seus intervalos de confiança-IC95 por cento , para avaliação dos fatores de risco.
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 16.03.2015
  • Acesso à fonteAcesso à fonteAcesso à fonteDOI
    Informações sobre o DOI: 10.11606/T.6.2016.tde-08042015-095247 (Fonte: oaDOI API)
    • Este periódico é de acesso aberto
    • Este artigo é de acesso aberto
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    • Cor do Acesso Aberto: gold
    • Licença: cc-by-nc-sa

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    • ABNT

      RIBEIRO, Ana Freitas; ZANETTA, Dirce Maria Trevisan. Fatores de risco para óbito por influenza (AH1N1)pdm09, Estado de São Paulo, 2009. 2015.Universidade de São Paulo, São Paulo, 2015. Disponível em: < https://doi.org/10.11606/T.6.2016.tde-08042015-095247 > DOI: 10.11606/T.6.2016.tde-08042015-095247.
    • APA

      Ribeiro, A. F., & Zanetta, D. M. T. (2015). Fatores de risco para óbito por influenza (AH1N1)pdm09, Estado de São Paulo, 2009. Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de https://doi.org/10.11606/T.6.2016.tde-08042015-095247
    • NLM

      Ribeiro AF, Zanetta DMT. Fatores de risco para óbito por influenza (AH1N1)pdm09, Estado de São Paulo, 2009 [Internet]. 2015 ;Available from: https://doi.org/10.11606/T.6.2016.tde-08042015-095247
    • Vancouver

      Ribeiro AF, Zanetta DMT. Fatores de risco para óbito por influenza (AH1N1)pdm09, Estado de São Paulo, 2009 [Internet]. 2015 ;Available from: https://doi.org/10.11606/T.6.2016.tde-08042015-095247

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