Comparação entre cirurgia do retalho faríngeo e esfincteroplastia: análise nasométrica e aerodinâmica (2015)
- Authors:
- USP affiliated authors: YAMASHITA, RENATA PACIELLO - HRAC ; FUKUSHIRO, ANA PAULA - FOB ; TRINDADE, INGE ELLY KIEMLE - FOB
- Unidades: HRAC; FOB
- DOI: 10.1590/1982-0216201514614
- Subjects: FISSURA LÁBIOPALATINA; INSUFICIÊNCIA VELOFARÍNGEA; RETALHOS CIRÚRGICOS
- Language: Português
- Abstract: Objetivo: comparar o efeito do retalho faríngeo e da esfincteroplastia sobre a hipernasalidade da fala e o fechamento velofaríngeo no tratamento de indivíduos com insuficiência velofaríngea residual, por meio de avaliação instrumental. Métodos: foram avaliados 30 pacientes, com fissura de palato±lábio reparada, submetidos à correção cirúrgica da insuficiência velofaríngea (15 com retalho faríngeo e 15 com esfincteroplastia), avaliados antes e, no mínimo, 1 ano após a cirurgia. A hipernasalidade foi estimada a partir dos escores de nasalância (correlato físico da nasalidade) obtidos por meio da nasometria, durante a leitura de 5 sentenças contendo, exclusivamente, sons orais, considerando como limite de normalidade o escore de 27%. O fechamento velofaríngeo foi aferido a partir da medida da área velofaríngea obtida por meio da técnica fluxo-pressão e foi classificado em: 0-4,9mm2=adequado; 5-19,9mm2=marginal e, >20mm2=inadequado. Diferenças entre as duas técnicas foram consideradas estatisticamente significantes ao nível de 5%. Resultados: antes da cirurgia, os valores médios de nasalância foram de 43±8,4% e 45±14,2% e de área velofaríngea foram 51±35,4mm2, e 69±29,2mm2, para os grupos retalho faríngeo e esfincteroplastia, respectivamente. Após a cirurgia, os valores médios de nasalância reduziram para 27±10,1% e 31±14,2% e de área velofaríngea para 3,6±5,5mm2 e 24±32,7mm2 para os grupos retalho faríngeo e esfincteroplastia, respectivamente. A redução dos valores de nasalância e área velofaríngea foi estatisticamente significante nos dois grupos. Conclusão: estes resultados sugerem que o retalho faríngeo foi mais eficiente do que a esfincteroplastia na eliminação da hipernasalidade e adequação do fechamento velofaríngeo nos pacientes estudados
- Imprenta:
- Source:
- Título: Revista CEFAC
- ISSN: 1516-1846
- Volume/Número/Paginação/Ano: v. 17, n. 3, p. 907-916, maio/jun. 2015
- Status:
- Artigo publicado em periódico de acesso aberto (Gold Open Access)
- Versão do Documento:
- Versão publicada (Published version)
- Acessar versão aberta:
-
ABNT
YAMASHITA, Renata Paciello et al. Comparação entre cirurgia do retalho faríngeo e esfincteroplastia: análise nasométrica e aerodinâmica. Revista CEFAC, v. 17, n. maio/ju 2015, p. 907-916, 2015Tradução . . Disponível em: https://doi.org/10.1590/1982-0216201514614. Acesso em: 31 mar. 2026. -
APA
Yamashita, R. P., Curiel, C. A., Fukushiro, A. P., Medeiros, M. N. L. de, & Trindade, I. E. K. (2015). Comparação entre cirurgia do retalho faríngeo e esfincteroplastia: análise nasométrica e aerodinâmica. Revista CEFAC, 17( maio/ju 2015), 907-916. doi:10.1590/1982-0216201514614 -
NLM
Yamashita RP, Curiel CA, Fukushiro AP, Medeiros MNL de, Trindade IEK. Comparação entre cirurgia do retalho faríngeo e esfincteroplastia: análise nasométrica e aerodinâmica [Internet]. Revista CEFAC. 2015 ; 17( maio/ju 2015): 907-916.[citado 2026 mar. 31 ] Available from: https://doi.org/10.1590/1982-0216201514614 -
Vancouver
Yamashita RP, Curiel CA, Fukushiro AP, Medeiros MNL de, Trindade IEK. Comparação entre cirurgia do retalho faríngeo e esfincteroplastia: análise nasométrica e aerodinâmica [Internet]. Revista CEFAC. 2015 ; 17( maio/ju 2015): 907-916.[citado 2026 mar. 31 ] Available from: https://doi.org/10.1590/1982-0216201514614 - Efeito da veloplastia intravelar sobre o fechamento velofaríngeo avaliado por meio da técnica fluxo-pressão
- Efeito do retalho faríngeo e da esfincteroplastia sobre a função velofaríngea
- Dimensões nasofaríngeas em sujeitos com e sem retalho faríngeo
- Relationship between hypernasality, nasal air emission, nasal rustle and degree of velopharyngeal closure in subjects with repaired cleft palate
- Adaptation of the profiles of early expressive phonology in Brazilian portuguese
- Effect of velopharyngeal insufficiency management on breathing and speech: comparison between pharyngeal flap and secondary intravelar veloplasty
- Comparison between two different approaches of surgical management for velopharyngeal insufficiency
- Early assessment of the phonological development of Brazilian children with and without cleft palate
- Speech nasality and nasalance after primary palatoplasty
- Efeito da veloplastia intravelar sobre a nasalidade em indivíduos com insuficiência velofaríngea
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