Comparação do teste de fenilefrina a 10% com o teste do levantamento manual da pálpebra ptótica em pacientes portadores de ptose palpebral involucional (2015)
- Authors:
- Autor USP: PEREIRA, IVANA CARDOSO - FM
- Unidade: FM
- Sigla do Departamento: MOF
- DOI: 10.11606/T.5.2015.tde-05102015-141906
- Subjects: BLEFAROPTOSE; PÁLPEBRAS; ESTUDOS PROSPECTIVOS
- Keywords: Blepharoptosis; Comparative study; Prospective studies; Dominância ocular; Estudo comparativo; Eyelids; Fenilefrina; Phenylephrine
- Language: Português
- Abstract: O objetivo primário do presente estudo foi quantificar e comparar as alterações do posicionamento da pálpebra superior nos olhos testados e nos olhos contralaterais de portadores de ptose palpebral senil submetidos à instilação de colírio de fenilefrina a 10% em um dos olhos e ao teste do levantamento manual da pálpebra ptótica. Como objetivo secundário, verificar a influência da dominância ocular, da intensidade e da uni ou bilateralidade da ptose nas respostas palpebrais frente aos dois testes. Métodos: Estudo clínico prospectivo transversal, que avaliou o efeito da ação tópica do colírio de fenilefrina a 10% e da manobra de levantamento manual da pálpebra no posicionamento palpebral de indivíduos portadores de ptose palpebral involucional unilateral ou bilateral. Os pacientes foram filmados antes e 5, 10 e 15 minutos após a instilação do colírio. A distância margem reflexo (DMR1) foi medida com a utilização do software Image J e os resultados foram analisados com o modelo linear de efeitos mistos. Resultados: Na pesquisa foram incluídos 70 indivíduos entre 44-86 anos, 64 destes do sexo feminino (91.43%), divididos em três grupos: indivíduos com ptose unilateral; com ptose bilateral e controles. O olho submetido à instilação do colírio de fenilefrina apresentou aumento da DMR1 nos primeiros 10 minutos: de 1,33±0,66 mm para 2,06±0,89 mm (grupo ptose unilateral), de 1,26 ± 0.63 mm para 2,29±0,86 mm (grupo ptose bilateral) e de 3,12 ± 0,68 mm para 4,06 ± 0,92 mm (grupo controle).A DMR1 diminuiu nos olhos contralaterais dos pacientes portadores de ptose, mais significativamente após a instilação do colírio de fenilefrina:teste de fenilefrina vs. levantamento manual da pálpebra= 18.9% vs. 17.2% de redução no grupo com ptose unilateral, e 13.6% vs. 10.7% de redução no grupo com ptose bilateral. Os fatores: dominância ocular, uni ou bilateralidade da ptose e a sua intensidade não influenciaram na resposta aos testes. Conclusões: O aumento da DMR1 ocorreu nos olhos testados de todos os grupos. Tanto o levantamento manual da pálpebra como a instilação do colírio de fenilefrina 10% agiram na pálpebra superior do olho contralateral, porém a resposta foi mais significativa após o teste da fenilefrina e nos grupos com ptose, unilateral e bilateral
- Imprenta:
- Data da defesa: 24.07.2015
- Status:
- Artigo publicado em periódico de acesso aberto (Gold Open Access)
- Versão do Documento:
- Versão publicada (Published version)
- Acessar versão aberta:
-
ABNT
PEREIRA, Ivana Cardoso. Comparação do teste de fenilefrina a 10% com o teste do levantamento manual da pálpebra ptótica em pacientes portadores de ptose palpebral involucional. 2015. Tese (Doutorado) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2015. Disponível em: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5149/tde-05102015-141906/. Acesso em: 14 abr. 2026. -
APA
Pereira, I. C. (2015). Comparação do teste de fenilefrina a 10% com o teste do levantamento manual da pálpebra ptótica em pacientes portadores de ptose palpebral involucional (Tese (Doutorado). Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de https://teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5149/tde-05102015-141906/ -
NLM
Pereira IC. Comparação do teste de fenilefrina a 10% com o teste do levantamento manual da pálpebra ptótica em pacientes portadores de ptose palpebral involucional [Internet]. 2015 ;[citado 2026 abr. 14 ] Available from: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5149/tde-05102015-141906/ -
Vancouver
Pereira IC. Comparação do teste de fenilefrina a 10% com o teste do levantamento manual da pálpebra ptótica em pacientes portadores de ptose palpebral involucional [Internet]. 2015 ;[citado 2026 abr. 14 ] Available from: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5149/tde-05102015-141906/
Informações sobre a disponibilidade de versões do artigo em acesso aberto coletadas automaticamente via oaDOI API (Unpaywall).
Por se tratar de integração com serviço externo, podem existir diferentes versões do trabalho (como preprints ou postprints), que podem diferir da versão publicada.
How to cite
A citação é gerada automaticamente e pode não estar totalmente de acordo com as normas