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Estabilidade articular: abordagem biomecânica (2015)

  • Authors:
  • Autor USP: SOARES, ALEX SANDRA OLIVEIRA DE CERQUEIRA - EEFE
  • Unidade: EEFE
  • Sigla do Departamento: EFB
  • Subjects: BIOMECÂNICA; INSTABILIDADE ARTICULAR; LOCOMOÇÃO; FADIGA MUSCULAR; TORNOZELO
  • Keywords: Ankle; Biomechanical phenomena; Exercícios de alongamento muscular; Fenômenos biomecânicos; Joint stability; Locomotion; Muscle fatigue; Muscle stretching exercises
  • Language: Português
  • Abstract: (Continuação) No entanto, a variação angular da articulação no plano sagital e frontal aumentaram, sugerindo que há mais amplitude de movimento no tornozelo acometido e maior estresse sobre os estabilizadores passivos locais. Em condições de fadiga muscular, após simulação da entorse, indivíduos com articulações saudáveis aumentam a rigidez articular e a intensidade de contração dos eversores do tornozelo, antecipadamente a perturbação, diferente de portadores de instabilidade crônica. A execução do exercício de alongamento dos músculos fibulares longo e curto, seguido da simulação da entorse, gerou o retardo da resposta motora e diminuição da intensidade de ativação. Desta forma, as estratégias desenvolvidas por portadores de instabilidade crônica podem ser relacionadas à causa e/ou consequência do quadro, a fadiga muscular altera o desenvolvimento de estratégias de proteção e o exercício de alongamento pode prejudicar a estabilização dinâmica articularA instabilidade articular é responsável pelo desenvolvimento de lesões degenerativas incapacitantes que comprometem o desempenho funcional. Compreender os processos desenvolvidos para estabilização dinâmica articular é um desafio para pesquisadores das mais diversas áreas. O presente estudo propõe o uso da abordagem Biomecânica para reconhecer os mecanismos relacionadas ao processo de estabilização dinâmica articular, por meio de três diferentes condições experimentais. No experimento 1 foi analisada a Força de Reação do Solo (FRS) e a cinemática 3-D no andar, correr e saltar de portadores (n=10) e não portadores de instabilidade crônica (n=10) do tornozelo. No experimento 2 foi analisada a Eletromiografia dos músculos tibial anterior, fibular longo, fibular curto e gastrocnêmio lateral de portadores (n=14) e não portadores de instabilidade crônica (n=14) do tornozelo antes e após um protocolo de indução à fadiga muscular. No experimento 3 (n=20) foi analisado o efeito do exercício de alongamento muscular estático passivo dos músculos fibular longo e fibular curto na simulação da entorse do tornozelo. Nos protocolos de locomoção foram encontrados no lado acometido picos tardios e aumento dos Impulsos da FRS. No início da fase de apoio o tornozelo instável no andar aumentou a dorsiflexão, no correr aumentou a eversão e no saltar diminuiu a inversão e aumentou a dorsiflexão. Tais estratégias representam a tentativa de melhorar a estabilidade dinâmica articular. (Continua)
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 15.06.2015
  • Acesso à fonte
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    • ABNT

      SOARES, Alex Sandra Oliveira de Cerqueira; SERRÃO, Julio Cerca. Estabilidade articular: abordagem biomecânica. 2015.Universidade de São Paulo, São Paulo, 2015. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/39/39132/tde-18082015-081608/ >.
    • APA

      Soares, A. S. O. de C., & Serrão, J. C. (2015). Estabilidade articular: abordagem biomecânica. Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/39/39132/tde-18082015-081608/
    • NLM

      Soares ASO de C, Serrão JC. Estabilidade articular: abordagem biomecânica [Internet]. 2015 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/39/39132/tde-18082015-081608/
    • Vancouver

      Soares ASO de C, Serrão JC. Estabilidade articular: abordagem biomecânica [Internet]. 2015 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/39/39132/tde-18082015-081608/

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