Estabilização de enxerto ósseo autógeno com adesivo de fibrina e aplicação de laserterapia (2014)
- Authors:
- Autor USP: BUCHAIM, ROGÉRIO LEONE - FOB
- Unidade: FOB
- DOI: 10.1016/j.rpemd.2014.11.113
- Subjects: ENXERTO AUTÓGENO; ENXERTO ÓSSEO; FIBRINA; LASER NÃO CIRÚRGICO
- Language: Português
- Abstract: Objetivos: O adesivo de fibrina derivado do veneno de serpente é um selante biológico, constituído por componentes provenientes do plasma sanguíneo cujo mecanismo de ação se assemelha à última fase da coagulação fisiológica (formação do fibrinogênio). Ele tem sido utilizado no tratamento de lesões como, por exemplo, a colagem de tecidos moles, mas ainda não existem evidências suficientes sobre a sua aplicação na estabilização de enxertos ósseos. O objetivo deste estudo foi avaliar se o adesivo de fibrina promove integração entre o enxerto autógeno de calota craniana e o leito receptor, e também se a terapia por laser de baixa potência interfere na possível integração do enxerto. Materiais e métodos: Foram utilizados 40 ratos machos (Rattus norvegicus), separados aleatoriamente em dois grupos (EI e EII), nos quais foi realizada uma secção circular com uma broca trefina de 5 milímetros no osso parietal direito e a descorticalização do osso parietal esquerdo com uma broca esférica número 6. No grupo EI foi realizada a colagem do fragmento retirado do lado direito sobre o osso parietal esquerdo com adesivo de fibrina, e no Grupo EII os mesmos procedimentos do Grupo EI, associando‐se a terapia por laser de baixa potência. Cinco animais de cada grupo foram eutanasiados nos períodos de 10, 20, 30 e 40 dias após a cirurgia. Após inclusão histológica de rotina, as peças foram submetidas à análise histomorfológica. Resultados: Na região do enxerto ocorreu a presença de tecido conjuntivo bem organizado nos períodos iniciais (10 e 20 dias) do processo de reparo, dando lugar a uma matriz osteóide nos períodos finais (30 e 40 dias), com áreas de reabsorção e neoformação óssea, sobretudo nas áreas contíguas ao defeito criado. No Grupo EII foi constatada áreas de neoformação óssea muito mais evidente do que no grupo EIConclusões: O adesivo de fibrina derivado do veneno de serpente é um método eficiente para estabilização de enxerto ósseo autógeno e a terapia por laser auxiliou no processo de reparo
- Imprenta:
- Source:
- Título: Revista Portuguesa de Estomatologia, Medicina Dentária e Cirurgia Maxilofacial
- ISSN: 1646-2890
- Volume/Número/Paginação/Ano: v. 55, Suppl. 1, p. e2, 2014
- Conference titles: Congresso Anual SPEMD
- Status:
- Artigo publicado em periódico de acesso aberto (Gold Open Access)
- Versão do Documento:
- Versão publicada (Published version)
- Acessar versão aberta:
-
ABNT
BUCHAIM, Rogerio Leone et al. Estabilização de enxerto ósseo autógeno com adesivo de fibrina e aplicação de laserterapia. Revista Portuguesa de Estomatologia, Medicina Dentária e Cirurgia Maxilofacial. Lisboa: Faculdade de Odontologia de Bauru, Universidade de São Paulo. Disponível em: https://doi.org/10.1016/j.rpemd.2014.11.113. Acesso em: 01 abr. 2026. , 2014 -
APA
Buchaim, R. L., Buchaim, D. V., Ferreira Junior, R. S., Barraviera, B., Bueno, C. R. de S., & Gonçalves, J. B. de O. (2014). Estabilização de enxerto ósseo autógeno com adesivo de fibrina e aplicação de laserterapia. Revista Portuguesa de Estomatologia, Medicina Dentária e Cirurgia Maxilofacial. Lisboa: Faculdade de Odontologia de Bauru, Universidade de São Paulo. doi:10.1016/j.rpemd.2014.11.113 -
NLM
Buchaim RL, Buchaim DV, Ferreira Junior RS, Barraviera B, Bueno CR de S, Gonçalves JB de O. Estabilização de enxerto ósseo autógeno com adesivo de fibrina e aplicação de laserterapia [Internet]. Revista Portuguesa de Estomatologia, Medicina Dentária e Cirurgia Maxilofacial. 2014 ; 55 e2.[citado 2026 abr. 01 ] Available from: https://doi.org/10.1016/j.rpemd.2014.11.113 -
Vancouver
Buchaim RL, Buchaim DV, Ferreira Junior RS, Barraviera B, Bueno CR de S, Gonçalves JB de O. Estabilização de enxerto ósseo autógeno com adesivo de fibrina e aplicação de laserterapia [Internet]. Revista Portuguesa de Estomatologia, Medicina Dentária e Cirurgia Maxilofacial. 2014 ; 55 e2.[citado 2026 abr. 01 ] Available from: https://doi.org/10.1016/j.rpemd.2014.11.113 - Eletroestimulação atenua alterações morfológicas e previne atrofia de músculo estriado esquelético
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