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Comparação do potencial terapêutico de células mesenquimais e pericitos em modelo murino de distrofia muscular (2014)

  • Authors:
  • Autor USP: GOMES, JULIANA PLAT DE AGUIAR - IB
  • Unidade: IB
  • Sigla do Departamento: BIO
  • Subjects: DISTROFIA MUSCULAR; CÉLULAS-TRONCO; DOENÇAS GENÉTICAS; MUTAÇÃO GENÉTICA; MODELOS ANIMAIS
  • Keywords: Células-tronco mesenquimais; Mesenchymal stem cells; Muscular dystrophy; Pericitos; Pericytes
  • Language: Português
  • Abstract: As distrofias musculares progressivas (DMP) são um grupo de doenças genéticas hereditárias caracterizadas pela degeneração progressiva e irreversível da musculatura esquelética. A distrofia muscular de Duchenne (DMD) é a forma mais comum e mais grave de DMP, com prevalência de 1 a cada 3500 a 5000 meninos. Em geral, a perda da ambulação ocorre entre 9 a 12 anos e complicações respiratórias e cardíacas podem levar ao óbito a partir da segunda década. A pesquisa em terapia celular iniciou-se com o objetivo de reverter ou diminuir a progressão do processo distrófico através do repovoamento do músculo com células normais. Atualmente, acredita-se em um benefício terapêutico com base nas propriedades anti-inflamatórias, anti-fibróticas e imunomodulatórias das células tronco adultas (CTA). As CTAs mesenquimais são bastante heterogêneas quanto à sua composição celular o que ocasiona inconsistência de resultados. Por isso, a caracterização e separação de sub-populações através de marcadores específicos e o enriquecimento de culturas de CTA com um subtipo celular de interesse pode aumentar a robustez e o efeito das terapias. Uma dessas subpopulações é o pericito que, ao contrário das CTAs mesenquimais, foi bem descrito quanto à sua localização e função in vivo. Além disso, pericitos derivados de tecido adiposo humano aumentaram a sobrevida de camundongos duplo mutantes para distrofina e utrofina (dko). Dessa forma, este trabalho pretendeu comparar o potencial terapêutico de CTAsmesenquimais e pericitos de um mesmo tecido adiposo em camundongos dko. Conseguimos confirmar o resultado anterior, mostrando que os pericitos tendem a melhorar a sobrevida de animais tratados, sendo ainda melhores do que células mesenquimais, mas a melhora perdura somente durante o tratamento. A sobrevida é maior no começo do tratamento, sugerindo que o quanto antes o tratamento for iniciado, com animais mais jovens e sintomas mais leves, melhor poderá ser o resultado. Outras perguntas a serem pesquisadas na tentativa de melhorar o efeito terapêutico da terapia celular com pericitos são: número de injeções, quantidade de células a serem injetadas, tempo de tratamento e idade das células "doadoras"
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 16.09.2014
  • Acesso à fonte
    How to cite
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    • ABNT

      GOMES, Juliana Plat de Aguiar. Comparação do potencial terapêutico de células mesenquimais e pericitos em modelo murino de distrofia muscular. 2014. Dissertação (Mestrado) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2014. Disponível em: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/41/41131/tde-16012015-150237/. Acesso em: 24 jan. 2026.
    • APA

      Gomes, J. P. de A. (2014). Comparação do potencial terapêutico de células mesenquimais e pericitos em modelo murino de distrofia muscular (Dissertação (Mestrado). Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/41/41131/tde-16012015-150237/
    • NLM

      Gomes JP de A. Comparação do potencial terapêutico de células mesenquimais e pericitos em modelo murino de distrofia muscular [Internet]. 2014 ;[citado 2026 jan. 24 ] Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/41/41131/tde-16012015-150237/
    • Vancouver

      Gomes JP de A. Comparação do potencial terapêutico de células mesenquimais e pericitos em modelo murino de distrofia muscular [Internet]. 2014 ;[citado 2026 jan. 24 ] Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/41/41131/tde-16012015-150237/

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