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Cinética dos anticorpos anti-HLA no pós-transplante renal - impacto na rejeição aguda do enxerto (2014)

  • Authors:
  • Autor USP: BARBOSA, ERICK ACERB - FM
  • Unidade: FM
  • Sigla do Departamento: MCG
  • Subjects: ANTICORPOS (ANÁLISE); ANTÍGENOS HLA; CINÉTICA; REJEIÇÃO DE ENXERTO; TRANSPLANTE DE RIM
  • Keywords: Avaliação; Child; Criança; Deglutition disorders; Evaluation; Fluoroscopia; Fluoroscopy; Infant; Lactente; Transtornos de deglutição
  • Language: Português
  • Abstract: INTRODUÇÃO: São poucos os estudos que descrevem e comparam as avaliações clínicas fonoaudiológica e videofluoroscópica da deglutição em crianças com suspeita de disfagia. Neste estudo, descrevemos os sinais e sintomas clínicos sugestivos de alterações na fase faríngea observados na avaliação clínica e os achados videofluoroscópicos das fases oral, faríngea e esofágica da deglutição; identificamos os sinais e sintomas clínicos associados à presença de alteração na fase faríngea; identificamos os fatores clínicos associados aos sinais e sintomas clínicos sugestivos de alterações na fase faríngea e aos achados videofluoroscópicos das fases oral e faríngea; e verificamos a influência da idade na presença dessas alterações. MÉTODOS: Análise retrospectiva de dados de avaliações clínicas fonoaudiológicas e videofluoroscópicas da deglutição realizadas em 55 crianças de 1 mês a 7 anos e 11 meses de idade. Na avaliação clínica, utilizou-se o Protocolo para Avaliação Clínica da Disfagia Pediátrica. Na videofluoroscopia, analisaram-se alterações nas fases oral, faríngea e esofágica da deglutição. Para a análise estatística, foram utilizados os Testes de Qui-quadrado e Exato de Fisher. RESULTADOS: A alteração na ausculta cervical, tosse, engasgo e dessaturação de oxigênio foram os sinais clínicos mais observados. As alterações de fase oral foram menos frequentes com líquido fino e mais frequentes com pastoso homogêneo. As alterações na fase faríngea foram mais frequentes com líquido fino e menos frequentes com líquido engrossado e pastoso homogêneo.Na fase esofágica, aproximadamente metade das crianças apresentou refluxo gastroesofágico. O engasgo associou-se à penetração laríngea isolada com líquido fino. A prematuridade e os problemas neurológicos associaram-se à dessaturação de oxigênio. Houve associação significativa entre problemas neurológicos e alteração de fase oral e resíduo em valécula e recessos piriformes após a deglutição. O refluxo gastroesofágico associou-se ao desconforto respiratório. Na avaliação clínica, as crianças de 1-6 meses de idade apresentaram menos alteração na ausculta cervical e na qualidade vocal e mais desconforto respiratório; as de 7-14 meses mais alteração na ausculta cervical; as maiores do que 1 ano mais alteração na qualidade vocal. Na videofluoroscopia, as crianças de 1-6 meses de idade apresentaram menos alterações na fase oral e resíduo faríngeo; as de 7-14 meses mais alterações na fase faríngea com líquido fino; as de 15-36 meses mais alterações na fase oral; as maiores do que 37 meses mais alterações na fase faríngea com pastoso homogêneo; as maiores do que 1 ano mais alterações na fase oral e resíduo faríngeo. CONCLUSÕES: Os sinais e sintomas clínicos mais observados foram alteração na ausculta cervical, tosse, engasgo e dessaturação de oxigênio. As alterações na fase oral e faríngea relacionaram-se à diferentes consistências alimentares. O engasgo foi o único sinal clínico associado à penetração laríngea isolada com líquido fino.A dessaturação de oxigênio associou-se à prematuridade e aos problemas neurológicos e o desconforto respiratório ao refluxo gastroesofágico. As alterações de fase oral e resíduo em valécula e recessos piriformes após a deglutição associaram-se aos problemas neurológicos. Constataram-se diferenças para os sinais clínicos relacionadas à idade. Observaram-se alterações nas fases oral e faríngea não esperadas para a idade na população estudada
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 06.11.2014
  • Acesso à fonte
    How to cite
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    • ABNT

      BARBOSA, Erick Acerb; CASTRO, Maria Cristina Ribeiro de. Cinética dos anticorpos anti-HLA no pós-transplante renal - impacto na rejeição aguda do enxerto. 2014.Universidade de São Paulo, São Paulo, 2014. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5148/tde-21012015-152131/ >.
    • APA

      Barbosa, E. A., & Castro, M. C. R. de. (2014). Cinética dos anticorpos anti-HLA no pós-transplante renal - impacto na rejeição aguda do enxerto. Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5148/tde-21012015-152131/
    • NLM

      Barbosa EA, Castro MCR de. Cinética dos anticorpos anti-HLA no pós-transplante renal - impacto na rejeição aguda do enxerto [Internet]. 2014 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5148/tde-21012015-152131/
    • Vancouver

      Barbosa EA, Castro MCR de. Cinética dos anticorpos anti-HLA no pós-transplante renal - impacto na rejeição aguda do enxerto [Internet]. 2014 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5148/tde-21012015-152131/

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