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Glutaminólise em astrocitomas (2014)

  • Authors:
  • Autor USP: ALVES, MARIA JOSé FERREIRA - FM
  • Unidade: FM
  • Sigla do Departamento: MNE
  • Subjects: BIOLOGIA MOLECULAR; REAÇÃO EM CADEIA POR POLIMERASE; EXPRESSÃO GÊNICA; ASTROCITOMA; TRANSPORTE BIOLÓGICO
  • Keywords: Amino acid transport systems neutral; Astrocitoma; Astrocytoma; Biologia molecular; Expressão gênica; Gene expression; Glutamina; Glutaminase; Glutaminase; Glutamine; Molecular biology; Reação em cadeia da polimerase em tempo real; Real-time polymerase chain reaction; Sistemas de transporte de aminoácidos neutros
  • Language: Português
  • Abstract: O metabolismo da glutamina (Gln) é alvo de atenções recentes para a compreensão da reprogramação metabólica para o suprimento energético das células tumorais em proliferação e para o desenvolvimento de novas estratégias terapêuticas em câncer. Tanto a absorção de glutamina quanto a taxa de glutaminólise, o catabolismo da Gln para gerar adenosina trifosfato (ATP) e lactato na mitocôndria estão aumentados em diferentes tumores. A Gln e glicose participam do processo da proliferação de células tumorais tanto na produção de (ATP) como no fornecimento de produtos intermediários utilizados na síntese de macromoléculas e Gln é utilizado para anaplerose do ciclo do ácido tricarboxílico. Nesse estudo, nosso objetivo foi analisar a expressão dos genes envolvidos na glutaminólise: ASCT2, LAT1, GLS, GLSISO1, GLSISO2, GLS2, GOT1, GOT2, GLUD1 e GPT2 em astrocitomas de diferentes graus de malignidade (AGI-AGIV), classificados de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), em relação às expressões em tecidos cerebrais não neoplásicos e correlacionar os níveis de expressão destes genes aos dados clínicos. PCR quantitativo em tempo real (qRT-PCR) foi realizado em 175 amostras, sendo 22 dentre estes de tecidos não neoplásicos. Observou-se tempo de sobrevida menor entre os pacientes com hiperexpressão de LAT1, na presença de hipoexpressão de ASCT2. A expressão de GLS foi comparativamente maior que a expressão de GLS2 entre os astrocitomas de diferentes graus de malignidade, corroborandodescrições prévias de que GLS relaciona-se à proliferação tumoral e GLS2 à supressão do crescimento tumoral. Observou-se, adicionalmente, o aumento da associação das expressões destes genes conforme o aumento do grau de malignidade, culminando em GBM, onde estas correlações foram estatisticamente significativas. Apesar da demonstração da ativação gradativa desta via da glutaminólise com o aumento da malignidade, a hiperexpressão dos genes relacionados a esta via mostrou-se hiperexpressa em apenas um subgrupo de pacientes com GBM. Esta observação ressalta a heterogeneidade observada em GBM e a elegibilidade restrita deste subgrupo a eventuais estratégias terapêuticas que forem desenvolvidas com alvos nesta via
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 28.08.2014
  • Acesso à fonte
    How to cite
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    • ABNT

      ALVES, Maria José Ferreira. Glutaminólise em astrocitomas. 2014. Dissertação (Mestrado) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2014. Disponível em: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5138/tde-02122014-083743/. Acesso em: 10 fev. 2026.
    • APA

      Alves, M. J. F. (2014). Glutaminólise em astrocitomas (Dissertação (Mestrado). Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5138/tde-02122014-083743/
    • NLM

      Alves MJF. Glutaminólise em astrocitomas [Internet]. 2014 ;[citado 2026 fev. 10 ] Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5138/tde-02122014-083743/
    • Vancouver

      Alves MJF. Glutaminólise em astrocitomas [Internet]. 2014 ;[citado 2026 fev. 10 ] Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5138/tde-02122014-083743/

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