O grau de melhora na função das células progenitoras endoteliais derivadas da medula óssea é dependente do volume de treinamento físico aeróbio (2013)
- Authors:
- USP affiliated authors: KRIEGER, JOSE EDUARDO - FM ; OLIVEIRA, EDILAMAR MENEZES DE - EEFE
- Unidades: FM; EEFE
- DOI: 10.1590/s1517-86922013000400007
- Subjects: TREINAMENTO FÍSICO; TREINAMENTO AERÓBIO; MEDULA ÓSSEA; MÚSCULO ESQUELÉTICO
- Language: Português
- Abstract: Introdução: A angiogênese muscular esquelética induzida pelo treinamento físico aeróbio (TF) é determinante na melhora da capacidade aeróbia. Entre os fatores envolvidos, as células progenitoras endoteliais (CPE) derivadas da medula óssea são descritas por promoverem o reparo vascular e a angiogênese. Embora o papel do TF sobre os parâmetros das CPE tenha sido investigado, pouco se conhece sobre os efeitos de diferentes volumes de TF sobre a função das CPE da medula óssea, alterações metabólicas e capilarização muscular. Objetivo: Testar a hipótese de que o TF melhore a função das CPE da medula óssea, acompanhada por maior capilarização e capacidade oxidativa muscular dependentes do aumento de volume de TF. Métodos: Vinte e uma ratas Wistar foram divididas em três grupos: sedentário controle (SC), treinado protocolo 1 (P1), treinado protocolo 2 (P2). P1: o treinamento de natação consistiu de 60 min, 1x/dia, cinco dias/semana/10 semanas, com 5% de sobrecarga corporal. P2: o mesmo de P1 até a oitava semana, na nona semana os animais treinaram 2x/dia e na 10ª semana 3x/dia. Resultados: O TF promoveu bradicardia de repouso, aumento da tolerância ao esforço, do consumo de oxigênio de pico e da atividade da enzima citrato sintase muscular no grupo P1, sendo estas adaptações mais exacerbadas no grupo P2, indicando que a condição aeróbia foi mais proeminente com este TF. O TF melhorou a função das CPE da medula óssea em P1, sendo ainda maior esta resposta no grupo P2. Em paralelo, observa- -se também um aumento no número de capilares dependentes do volume de TF. Conclusão: Estes resultados sugerem que a medula óssea como o principal reservatório de CPE é influenciada por diferentes volumes de TF, sendo possivelmente responsável pelo maior rendimento físico observado mediante uma maior mobilização endógena de CPE, participantes ativas no processo de angiogênese muscular induzido pelo TF
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- Título: Revista Brasileira de Medicina do Esporte
- ISSN: 1517-8692
- Volume/Número/Paginação/Ano: v. 19, n. 4, p. 260-266, jul./ago. 2013
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- Versão: publishedVersion
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- Evidência: deprecated
- Status do Acesso Aberto: hybrid
-
ABNT
FERNANDES, Tiago et al. O grau de melhora na função das células progenitoras endoteliais derivadas da medula óssea é dependente do volume de treinamento físico aeróbio. Revista Brasileira de Medicina do Esporte, v. 19, n. 4, p. 260-266, 2013Tradução . . Disponível em: https://doi.org/10.1590/s1517-86922013000400007. Acesso em: 10 mar. 2026. -
APA
Fernandes, T., Hashimoto, N. Y., Schettert, I. T., Nakamuta, J. S., Krieger, J. E., & Oliveira, E. M. de. (2013). O grau de melhora na função das células progenitoras endoteliais derivadas da medula óssea é dependente do volume de treinamento físico aeróbio. Revista Brasileira de Medicina do Esporte, 19( 4), 260-266. doi:10.1590/s1517-86922013000400007 -
NLM
Fernandes T, Hashimoto NY, Schettert IT, Nakamuta JS, Krieger JE, Oliveira EM de. O grau de melhora na função das células progenitoras endoteliais derivadas da medula óssea é dependente do volume de treinamento físico aeróbio [Internet]. Revista Brasileira de Medicina do Esporte. 2013 ; 19( 4): 260-266.[citado 2026 mar. 10 ] Available from: https://doi.org/10.1590/s1517-86922013000400007 -
Vancouver
Fernandes T, Hashimoto NY, Schettert IT, Nakamuta JS, Krieger JE, Oliveira EM de. O grau de melhora na função das células progenitoras endoteliais derivadas da medula óssea é dependente do volume de treinamento físico aeróbio [Internet]. Revista Brasileira de Medicina do Esporte. 2013 ; 19( 4): 260-266.[citado 2026 mar. 10 ] Available from: https://doi.org/10.1590/s1517-86922013000400007 - Swimming and cardiac hypertrophy in mice with 1 or 3 copies of the age gene
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