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Fatores associados à elevada densidade mineral óssea em mulheres (2012)

  • Authors:
  • Autor USP: SARKIS, KARIN SEDO - FSP
  • Unidade: FSP
  • Sigla do Departamento: HNT
  • Subjects: DENSIDADE ÓSSEA; COMPOSIÇÃO CORPORAL; METABOLISMO DE GORDURA; DIETA; METABOLISMO MINERAL; MULHERES; COMPORTAMENTO ALIMENTAR
  • Language: Português
  • Abstract: Introdução: Vários parâmetros estão associados com alta densidade mineral óssea (DMO), como obesidade, etnia negra, atividade física intensa, padrão alimentar e alguns medicamentos. Objetivos: avaliar a prevalência e os principais aspectos associados com a DMO elevada em mulheres saudáveis. Métodos: Em revisão do banco de dados de DMO realizadas na área metropolitana de São Paulo, a alta DMO (acima de 1400 g/'cm POT. 2' em coluna lombar e/ou acima de 1200 g/'cm POT. 2' em colo do fêmur) foi encontrada em 421 exames de um total de 21000 exames avaliados. Após os critérios de exclusão permaneceram no estudo 40 mulheres com DMO elevada e pareadas com 40 mulheres com DMO normal, para cor de pele, peso, idade e estado menopausal. A história médica, a ingestão de alimentos e AF foram avaliadas por meio de questionários validados. Para a avaliação do padrão alimentar os alimentos foram agrupados segundo a semelhança nutricional. A composição corporal foi avaliada por meio de densitometria óssea com raio X duo-energético (DXA - GE Lunar Radiation Corporation, model DPX Madison, WI, USA). Radiografia da coluna torácica e lombar foram realizadas para excluir alterações degenerativas ou fraturas. Os parâmetros bioquímicos incluíram tanto os perfis hormonais e lipídicos, como marcadores bioquímicos do metabolismo mineral e ósseo. A análise estatística incluiu testes paramétricos e não paramétricos, modelos de regressão linear e análise fatorial. P <0.05 foi considerado significante. Resultados: A idade média foi de 50.9 (8.3) anos. Houve diferença significante entre os grupos em relação à massa magra (massa magra total, p=0.029 e massa magra apendicular p = 0.007), sendo maior no grupo com DMO elevada, e em relação ao C-telopeptídeo de colágeno tipo I (CTX), que foi inferior no grupo DMO elevada (p = 0.04).No modelo final de regressão multivariada, a menor ingestão de gordura e gordura corporal, bem como menor concentração de LDL-colesterol previu aproximadamente 35% da DMO elevada nas mulheres (R2 ajustado= 0.347, p <0.001). Além disso, maiores quantidades de massa magra e concentrações séricas de IGF-1 exerceram papel de proteção independente da idade e peso. Com relação ao padrão dietético, as mulheres com DMO elevada apresentaram uma dieta saudável com baixo consumo de carnes processadas. Conclusão: Os resultados demonstram o potencial efeito deletério de componentes relacionados ao metabolismo lipídico como a ingestão de gordura e gordura corporal e maior concentração de LDL sobre a massa óssea e metabolismo em mulheres com DMO elevada além de evidenciar que as mulheres com elevada DMO apresentam alimentação mais saudável em relação ao grupo controle avaliado.
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 02.08.2012
  • Acesso à fonte
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    • ABNT

      SARKIS, Karin Sedó; MARTINI, Lígia Araújo. Fatores associados à elevada densidade mineral óssea em mulheres. 2012.Universidade de São Paulo, São Paulo, 2012. Disponível em: < https://doi.org/10.11606/T.6.2012.tde-10052021-161401 >.
    • APA

      Sarkis, K. S., & Martini, L. A. (2012). Fatores associados à elevada densidade mineral óssea em mulheres. Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de https://doi.org/10.11606/T.6.2012.tde-10052021-161401
    • NLM

      Sarkis KS, Martini LA. Fatores associados à elevada densidade mineral óssea em mulheres [Internet]. 2012 ;Available from: https://doi.org/10.11606/T.6.2012.tde-10052021-161401
    • Vancouver

      Sarkis KS, Martini LA. Fatores associados à elevada densidade mineral óssea em mulheres [Internet]. 2012 ;Available from: https://doi.org/10.11606/T.6.2012.tde-10052021-161401


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