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Formação de sementes de soja: aspectos físicos, fisiológicos e bioquímicos (2013)

  • Authors:
  • Autor USP: TRZECIAK, MÁRIO BORGES - ESALQ
  • Unidade: ESALQ
  • Sigla do Departamento: LPV
  • Subjects: COLHEITA; COMPOSIÇÃO QUÍMICA; MATURAÇÃO VEGETAL; SEMENTES (QUALIDADE); SOJA
  • Language: Português
  • Abstract: Os objetivos dessa pesquisa foram avaliar as alterações de natureza física, fisiológica e bioquímica durante a formação das sementes de soja, produzidas nos anos 2009 e 2010, em Piracicaba, São Paulo. Foram utilizadas sementes de dois cultivares de soja, CD - 202 e CD - 224, e os tratamentos foram compostos pelos momentos de colheita, ao longo do processo de formação das sementes, e pela utilização ou não da secagem artificial. Para as avaliações foram determinados os número de dias para a emergência da plântula, para a floração, para a floração plena, para a colheita, os parâmetros físicos (produtividade, teor de água das sementes e massa de mil sementes) fisiológicos (viabilidade e vigor) e bioquímicos (teores de óleo, de proteína, de clorofila, carotenoides, de lignina e de carboidratos). O delineamento experimental utilizado foi em blocos ao acaso, em que cada bloco continha uma unidade experimental de cada cultivar, distribuída de forma casualizada, em esquema fatorial de onze (momentos de colheita) x dois (sem secagem e com secagem), com quatro repetições e as análises estatísticas foram realizadas com o software R. Foi possível concluir que na maturidade fisiológica das sementes de soja, estádio R7, independentemente do cultivar e da avaliação das sementes úmidas ou secas, a produtividade, a viabilidade e os teores de lignina são máximos; No momento de colheita das sementes de soja, estádio R9, independentemente do cultivar e da avaliação de sementes úmidas ou secas,o acúmulo de massa é máximo, há a redução do teor de água, da viabilidade e do vigor e a semente tem mais óleo e proteína; O vigor das sementes é máximo no estádio R7 para as sementes avaliadas secas e no estádio R8 para as avaliadas úmidas, independentemente do cultivar; Há a degradação completa da clorofila nos estádios R7, para as sementes do cultivar CD - 202, e R8, para as sementes do cultivar CD - 224; Há carotenoides em todos os estádios de desenvolvimento da semente de soja, porém há mais carotenoides no início do processo de formação das sementes; Há variação da quantidade de carboidratos em função da avaliação das sementes úmidas ou secas
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 14.03.2013
  • Acesso à fonte
    How to cite
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    • ABNT

      TRZECIAK, Mário Borges; NOVEMBRE, Ana Dionisia da Luz Coelho; VILLELA, Francisco Amaral. Formação de sementes de soja: aspectos físicos, fisiológicos e bioquímicos. 2013.Universidade de São Paulo, Piracicaba, 2013. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11136/tde-26042013-164651/ >.
    • APA

      Trzeciak, M. B., Novembre, A. D. da L. C., & Villela, F. A. (2013). Formação de sementes de soja: aspectos físicos, fisiológicos e bioquímicos. Universidade de São Paulo, Piracicaba. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11136/tde-26042013-164651/
    • NLM

      Trzeciak MB, Novembre AD da LC, Villela FA. Formação de sementes de soja: aspectos físicos, fisiológicos e bioquímicos [Internet]. 2013 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11136/tde-26042013-164651/
    • Vancouver

      Trzeciak MB, Novembre AD da LC, Villela FA. Formação de sementes de soja: aspectos físicos, fisiológicos e bioquímicos [Internet]. 2013 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11136/tde-26042013-164651/

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