Florística e fitossociologia em parcelas permanentes da Mata Atlântica do sudeste do Brasil ao longo de um gradiente altitudinal (2012)
- Authors:
- Joly, Carlos Alfredo
- Assis, Marco Antonio
- Bernacci, Luis Carlos
- Tamashiro, Jorge Yoshio
- Campos, Mariana Cruz Rodrigues de
- Gomes, José Ataliba Mantelli Aboin
- Lacerda, Maryland Sanchez
- Santos, Flávio Antonio Mães dos
- Pedroni, Fernando
- Pereira, Larissa de Souza
- Padgurschi, Maíra de Campos Gorgulho
- Prat, Eduardo Magalhães Borges
- Ramos, Eliana
- Torres, Roseli Buzanelli
- Rochelle, André
- Martins, Fernando Roberto
- Alves, Luciana Ferreira
- Vieira, Simone Aparecida
- Martinelli, Luiz Antonio

- Camargo, Plinio Barbosa de

- Aidar, Marcos Pereira Marinho
- Eisenlohr, Pedro Vasconcellos
- Simões, Eliane
- Villani, João Paulo
- Belinello, Renato
- USP affiliated authors: MARTINELLI, LUIZ ANTONIO - CENA ; CAMARGO, PLINIO BARBOSA DE - CENA
- Unidade: CENA
- DOI: 10.1590/s1676-06032012000100012
- Subjects: PARQUES ESTADUAIS; VEGETAÇÃO
- Language: Português
- Abstract: Este trabalho resume os dados de florística e fitossociologia de 11, das 14 parcelas de 1 ha, alocadas ao longo do gradiente altitudinal da Serra do Mar, São Paulo, Brasil. As parcelas começam na cota 10 m (Floresta de Restinga da Praia da Fazenda, município de Ubatuba) e estão distribuídas até a cota 1100 m (Floresta Ombrófila Densa Montana da Trilha do rio Itamambuca, município de São Luis do Paraitinga) abrangendo os Núcleos Picinguaba e Santa Virgínia do Parque Estadual da Serra do Mar. Na Restinga o solo é Neossolo Quartzarênico francamente arenoso, enquanto que na encosta o solo é um Cambisolo Háplico Distrófico argilo-arenoso, sendo que todas as parcelas apresentaram solo ácido (pH 3 – 4) com alta diluição de nutrientes e alta saturação de alumínio. Na Restinga e no sopé da encosta o clima é Tropical/Subtropical Úmido (Af/Cfa), sem estação seca, com precipitação média anual superior a 2.200 mm e temperatura média anual de 22 °C. Subindo a encosta mantêm-se a média de precipitação, mas há um gradativo resfriamento, de forma que a 1.100 m o clima é Subtropical Úmido (Cfa/Cfb), sem estação seca, com temperatura média anual de 17 °C. Destaca-se ainda que, quase diariamente, a parte superior da encosta, geralmente acima de 400 m, é coberta por uma densa neblina. Nas 14 parcelas foram marcados, medidos e amostrados 21.733 indivíduos com DAP ≥ 4,8 cm, incluindo árvores, palmeiras e fetos arborescentes. O número médio de indivíduos amostrados nas 14 parcelas foi de 1.264 ind.ha –1 (± 218 EP de 95%). Dentro dos parâmetros considerados predominaram as árvores (71% FOD Montana a 90% na Restinga), seguidas de palmeiras (10% na Restinga a 25% na FOD Montana) e fetos arborescentes (0% na Restinga a 4% na FOD Montana). Neste aspecto destaca-se a FOD Terras Baixas Exploradas com apenas 1,8% de palmeiras e surpreendentes 10% de fetos arboreos
- Imprenta:
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- Título: Biota Neotropica
- Volume/Número/Paginação/Ano: v. 12, n. 1, p. 123–145, 2012
- Este periódico é de acesso aberto
- Este artigo NÃO é de acesso aberto
-
ABNT
JOLY, Carlos Alfredo et al. Florística e fitossociologia em parcelas permanentes da Mata Atlântica do sudeste do Brasil ao longo de um gradiente altitudinal. Biota Neotropica, v. 12, n. 1, p. 123–145, 2012Tradução . . Disponível em: https://doi.org/10.1590/s1676-06032012000100012. Acesso em: 10 fev. 2026. -
APA
Joly, C. A., Assis, M. A., Bernacci, L. C., Tamashiro, J. Y., Campos, M. C. R. de, Gomes, J. A. M. A., et al. (2012). Florística e fitossociologia em parcelas permanentes da Mata Atlântica do sudeste do Brasil ao longo de um gradiente altitudinal. Biota Neotropica, 12( 1), 123–145. doi:10.1590/s1676-06032012000100012 -
NLM
Joly CA, Assis MA, Bernacci LC, Tamashiro JY, Campos MCR de, Gomes JAMA, Lacerda MS, Santos FAM dos, Pedroni F, Pereira L de S, Padgurschi M de CG, Prat EMB, Ramos E, Torres RB, Rochelle A, Martins FR, Alves LF, Vieira SA, Martinelli LA, Camargo PB de, Aidar MPM, Eisenlohr PV, Simões E, Villani JP, Belinello R. Florística e fitossociologia em parcelas permanentes da Mata Atlântica do sudeste do Brasil ao longo de um gradiente altitudinal [Internet]. Biota Neotropica. 2012 ; 12( 1): 123–145.[citado 2026 fev. 10 ] Available from: https://doi.org/10.1590/s1676-06032012000100012 -
Vancouver
Joly CA, Assis MA, Bernacci LC, Tamashiro JY, Campos MCR de, Gomes JAMA, Lacerda MS, Santos FAM dos, Pedroni F, Pereira L de S, Padgurschi M de CG, Prat EMB, Ramos E, Torres RB, Rochelle A, Martins FR, Alves LF, Vieira SA, Martinelli LA, Camargo PB de, Aidar MPM, Eisenlohr PV, Simões E, Villani JP, Belinello R. Florística e fitossociologia em parcelas permanentes da Mata Atlântica do sudeste do Brasil ao longo de um gradiente altitudinal [Internet]. Biota Neotropica. 2012 ; 12( 1): 123–145.[citado 2026 fev. 10 ] Available from: https://doi.org/10.1590/s1676-06032012000100012 - Forest structure and carbon dynamics in Amazonian tropical rain forests
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Informações sobre o DOI: 10.1590/s1676-06032012000100012 (Fonte: oaDOI API)
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