Espondilolistese traumática do áxis: epidemiologia, conduta e evolução (2012)
- Authors:
- Autor USP: CRISTANTE, ALEXANDRE FOGAÇA - FM
- Unidade: FM
- DOI: 10.1590/S1413-78522012000200005
- Subjects: FRATHURAS (EPIDEMIOLOGIA); EVOLUÇÃO CLÍNICA; REGIÃO CERVICAL (LESÕES); ACIDENTES DE TRÂNSITO; ATROPELAMENTO; ESTUDOS RETROSPECTIVOS; MERGULHO
- Language: Português
- Abstract: Objetivo: Avaliar casos de espondilolistese traumática do áxis e descrevê-los com relação à epidemiologia, classificação, déficit neurológico, tempo de consolidação e tratamento. Método: Análise retrospectiva dos prontuários dos pacientes tratado de 2002 a 2010 no IOT-HCFMUSP. Critério de inclusão: fratura da pars interarticularis de C2. Resultados: 68% dos pacientes do sexo masculino com idade média de 39,1 anos. Utilizamos a classificação de Effendi, modificada por Levine-Edwards. Observamos fratura do tipo I em cinco pacientes (31,2%) e tipo II em oito pacientes (50%). Apenas três pacientes (18%) apresentaram fratura do tipo IIa. Não houve casos do tipo III. Mecanismo: Oito acidentes automobilísticos e quatro quedas. Outros mecanismos: atropelamento e mergulho. Tratamento: tração com halo craniano em onze pacientes. Foram usados gesso minerva e halo- -gesso. Tempo de consolidação: 3,6 meses. Tempo de seguimento: 9,6 meses. Discussão: Nossos resultados confirmam que fratura do enforcado apresenta bom prognóstico. Não houve necessidade de cirurgia em nenhum caso. A incidência de déficit neurológico é baixa. Nenhum paciente apresentou fratura instável, tipo III. Conclusão: Este trabalho sugere que a espondilolistese traumática do áxis continua sendo uma lesão satisfatoriamente tratada de forma conservadora na maioria dos casos. Nível de Evidência IV, Série de casos
- Imprenta:
- Source:
- Título: Acta Ortopédica Brasileira
- ISSN: 2176-7521
- Volume/Número/Paginação/Ano: v. 20, n. 2, p. 84-87, 2012
- Status:
- Artigo publicado em periódico de acesso aberto (Gold Open Access)
- Versão do Documento:
- Versão publicada (Published version)
- Acessar versão aberta:
-
ABNT
FERRO, Fernando Portilho et al. Espondilolistese traumática do áxis: epidemiologia, conduta e evolução. Acta Ortopédica Brasileira, v. 20, n. 2, p. 84-87, 2012Tradução . . Disponível em: https://doi.org/10.1590/S1413-78522012000200005. Acesso em: 06 maio 2026. -
APA
Ferro, F. P., Borgo, G. D., Letaif, O. B., Cristante, A. F., Marcon, R. M., & Iutaka, A. S. (2012). Espondilolistese traumática do áxis: epidemiologia, conduta e evolução. Acta Ortopédica Brasileira, 20( 2), 84-87. doi:10.1590/S1413-78522012000200005 -
NLM
Ferro FP, Borgo GD, Letaif OB, Cristante AF, Marcon RM, Iutaka AS. Espondilolistese traumática do áxis: epidemiologia, conduta e evolução [Internet]. Acta Ortopédica Brasileira. 2012 ; 20( 2): 84-87.[citado 2026 maio 06 ] Available from: https://doi.org/10.1590/S1413-78522012000200005 -
Vancouver
Ferro FP, Borgo GD, Letaif OB, Cristante AF, Marcon RM, Iutaka AS. Espondilolistese traumática do áxis: epidemiologia, conduta e evolução [Internet]. Acta Ortopédica Brasileira. 2012 ; 20( 2): 84-87.[citado 2026 maio 06 ] Available from: https://doi.org/10.1590/S1413-78522012000200005 - Global clinical neurorestoration in complete chronic spinal cord injury
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