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Proteínas do tegumento de abelhas Após metera em metamorfose: identificação por espectrometria de massa (2012)

  • Authors:
  • USP affiliated authors: MICAS, ANDRÉ FERNANDO DITONDO - FMRP
  • Unidades: FMRP
  • Sigla do Departamento: RGE
  • Subjects: ABELHAS; TEGUMENTO ANIMAL; PROTEÍNAS
  • Keywords: Apis mellifera; Cutícula; Epiderme; Metamorfose; Proteína cuticular; Tegumento; Cuticle; Cuticular Proteins; Epidermis; Integument; Metamorphosis
  • Language: Português
  • Abstract: Como inseto holometábolo, Apis mellifera sofre metamorfose completa, apresentando grandes mudanças no forma e fisiologia quando passa de larva até a fase larval (muda metamórfica). Após esta muda, com o prosseguimento do desenvolvimento, o tegumento pupal é extensivamente remodelado (cutícula e a epiderme subjacente) é trocada pelo tegumento adulto, definitivo, que passa por uma intensa melanização e esclerotização. Foi utilizada neste trabalho a eletroforese bidimensional e a espectrometria de massa para caracterizar as mudanças dos padrões proteicos nos tegumentos em desenvolvimento de operarias e zangões. Ao total foram identificadas 51 proteínas diferentes no tegumento torácico extraídos de larvas, pupas e adultos (adultos-faratos). Quatorze proteínas foram identificadas como genuinamente cuticulares: proteína Apidermina-3,1-like, Apidermina-2, Cuticular protelas analogous lo peritrophins-3C e 3D, AmelCPR3, 12, 16 e 27, Glicoproteina SgAbd-2-like, e cinco outras proteínas homólogas à proteínas cuticulares de outras espécies de insetos contendo um domínio ligante à quitina. As proteínas diferiram principalmente quantitativamente entre as fases de desenvolvimento e sexo, embora poucas diferenças qualitativas tenham sido observadas. Por exemplo, Apidermina-2 é típica de tegumentos fortemente esclerotizado e pigmentado. As diferenças quantitativas foram destacadas pela comparação da abundância de algumas proteínas e seus respectivos RNA mensageiros (utilizando PCR em tempo real) entre as fases de desenvolvimento e entre os sexos. Destacouse que váriasproteiasn cuticulares mostraram mais do que uma forma molecular, aparentemente derivadas de modificações pós traducionais. Além do suporte experimental da expressão de genes de Apis mellifera preditos, nossos dados fornecem novas informações sobre as proteínas que atuam no tegumento em desenvolvimento
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 19.12.2012
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    • ABNT

      MICAS, André Fernando Ditondo; BITONDI, Márcia Maria Gentile. Proteínas do tegumento de abelhas Após metera em metamorfose: identificação por espectrometria de massa. 2012.Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, 2012. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17135/tde-22042013-091502/ >.
    • APA

      Micas, A. F. D., & Bitondi, M. M. G. (2012). Proteínas do tegumento de abelhas Após metera em metamorfose: identificação por espectrometria de massa. Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17135/tde-22042013-091502/
    • NLM

      Micas AFD, Bitondi MMG. Proteínas do tegumento de abelhas Após metera em metamorfose: identificação por espectrometria de massa [Internet]. 2012 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17135/tde-22042013-091502/
    • Vancouver

      Micas AFD, Bitondi MMG. Proteínas do tegumento de abelhas Após metera em metamorfose: identificação por espectrometria de massa [Internet]. 2012 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17135/tde-22042013-091502/

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