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Eficácia da articaína, da lidocaína e da mepivacaína associadas à epinefrina em pacientes com pulpite irreversível em molares mandibulares (2012)

  • Authors:
  • USP affiliated authors: ALLEGRETTI, CARLOS EDUARDO - FO
  • Unidades: FO
  • Sigla do Departamento: ODE
  • Subjects: ANESTÉSICOS LOCAIS (ODONTOLOGIA); ANESTESIA ODONTOLÓGICA; PULPECTOMIA; BLOQUEADORES NEUROMUSCULARES (ODONTOLOGIA)
  • Keywords: Articaína; Pulpite irreversível
  • Language: Português
  • Abstract: O objetivo deste estudo foi comparar a eficácia anestésica da articaína 4%, da lidocaína 2% e da mepivacaína 2%, todas associadas à epinefrina 1:100.000, durante pulpectomia em pacientes com pulpite irreversível em molares mandibulares. Sessenta e seis voluntários do Setor de Urgência da Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo receberam, aleatoriamente, 3,6ml de um dos anestésicos locais para o bloqueio convencional do nervo alveolar inferior (NAI). No caso de falha do bloqueio, foram administrados 3,6ml da mesma solução como injeção complementar no ligamento periodontal. O sinal subjetivo de anestesia do lábio, a presença de anestesia pulpar e ausência de dor durante a pulpectomia foram avaliados, respectivamente, por indagação ao paciente, por meio do aparelho estimulador pulpar elétrico (pulp tester) e por uma escala analógica verbal. A análise estatística foi realizada por meio dos testes Qui-quadrado, Kruskal Wallis e Razão de Verossimilhancas. Todos os pacientes reportaram anestesia no lábio após o bloqueio do NAI. A mepivacaína apresentou valores superiores (68,2%) para a anestesia pulpar após o bloqueio do NAI e a lidocaína (90%) após a injeção no ligamento periodontal. A mepivacaína apresentou valores superiores para a analgesia (72,7%) após o bloqueio no NAI e a lidocaína (90%) após a injeção no ligamento periodontal. Após a falha do bloqueio do NAI, a dor na câmara pulpar foi a mais frequente e após a falha da injeção no ligamento periodontal, a dor no canal. No entanto, essas diferenças não foram estatisticamente significantes. Portanto as três soluções anestésicas locais se comportam de forma semelhante e não apresentam efetivo controle da dor no tratamento da pulpite irreversível em molares mandibulares
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 01.11.2012
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    How to cite
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    • ABNT

      ALLEGRETTI, Carlos Eduardo; PEIXOTO, Isabel de Freitas. Eficácia da articaína, da lidocaína e da mepivacaína associadas à epinefrina em pacientes com pulpite irreversível em molares mandibulares. 2012.Universidade de São Paulo, São Paulo, 2012. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23147/tde-16012013-113534/ >.
    • APA

      Allegretti, C. E., & Peixoto, I. de F. (2012). Eficácia da articaína, da lidocaína e da mepivacaína associadas à epinefrina em pacientes com pulpite irreversível em molares mandibulares. Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23147/tde-16012013-113534/
    • NLM

      Allegretti CE, Peixoto I de F. Eficácia da articaína, da lidocaína e da mepivacaína associadas à epinefrina em pacientes com pulpite irreversível em molares mandibulares [Internet]. 2012 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23147/tde-16012013-113534/
    • Vancouver

      Allegretti CE, Peixoto I de F. Eficácia da articaína, da lidocaína e da mepivacaína associadas à epinefrina em pacientes com pulpite irreversível em molares mandibulares [Internet]. 2012 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23147/tde-16012013-113534/

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