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Adaptação e validação da escala para avaliar a capacidade de autocuidado Appraisal of Self Care Agency Scale - Revised para o Brasil (2012)

  • Authors:
  • Autor USP: STACCIARINI, THAIS SANTOS GUERRA - EERP
  • Unidade: EERP
  • Sigla do Departamento: ERG
  • Subjects: ESTUDOS DE VALIDAÇÃO; PSICOMETRIA; DIABETES MELLITUS; SAÚDE DA FAMÍLIA
  • Keywords: diabetes mellitus; estudos de validação; family health; psychometrics; tradução (processo); translation (process); validation studies
  • Language: Português
  • Abstract: de estudo. Os resultados da análise da validade de construto convergente confirmaram a hipótese de correlação negativa entre os escores da escala ASAS-R com a Escala Cognitiva de Depressão (DCS) e de correlação positiva com o instrumento Estado de Saúde Percebido (SF 36) em seis de seus domínios; por outro lado, rejeitou a hipótese de correlação positiva com a Escala de Apoio Social (MOS). A validade de construto discriminante entre grupos distintos constatou diferenças estatisticamente significantes entre as pessoas com mais de 75 anos de idade (p<0,026), com baixa escolaridade (p<0,002) e que não autoaplicam a insulina (p<0,001), nas quais obtiveram menor escore de capacidade de autocuidado. A validade de construto obtida, a partir da análise fatorial, não confirmou integralmente a dimensionalidade da escala proposta teoricamente pelos autores da versão original, porém a partir da análise do scree plot, foi confirmado o mesmo número de fatores (três). A confiabilidade, por meio da consistência interna, apresentou valores de alfa de Cronbach satisfatórios para o total de itens (α=0,74) e para os fatores 1 \"Tendo Poder\" e 3 \"Faltando Poder\" (α=0,69). A reprodutibilidade, por meio do teste-reteste e análise interobservadores, confirmou a estabilidade (r=0,81; p<0,001) e a equivalência (r=0,84; p<0,001) da escala ASAS-R pelo coeficiente de correlação intraclasses. Conclui-se, portanto, que a escala ASAS-R é válida e confiável, no entanto, novas pesquisas em amostras representativas da população geral serão necessárias para consolidar o processo de validação da escala e comprovar a dimensionalidade da estrutura fatorial. Espera-se que este estudo subsidie ações que contribuam em estratégias para melhor acompanhamento das pessoas com DM na ESFO diabetes mellitus requer da pessoa o gerenciamento do autocuidado de forma contínua e permanente, para a prevenção de agravos e para a melhoria da qualidade de vida, no entanto, é necessário ter a capacidade para se comprometer em atividades de autocuidado. Nesse contexto, a escala \"Appraisal of Self Care Agency - Revised\" (ASAS-R) é utilizada para avaliar a capacidade de autocuidado quanto ao poder da pessoa em executar operações produtivas de autocuidado. Essa escala foi estruturada a partir de sua versão original que tem como base conceitual a Teoria do Déficit de Autocuidado de Orem juntamente com a análise do Grupo de Conferência em Desenvolvimento em Enfermagem (NDCG). Escala do tipo Likert que contém 15 itens com cinco opções de resposta, três fatores nomeados de \"Tendo, Desenvolvendo e Faltando Poder para o autocuidado\" e intervalo possível para o total da medida de 15 a 75, sendo que os maiores valores refletem maior capacidade de autocuidado. O presente estudo objetivou descrever o processo de tradução, de adaptação e de validação da escala ASAS-R para o Brasil em uma amostra de pessoas com diabetes mellitus (DM) tipo 2 em uso de insulina. Estudo do tipo metodológico que foi conduzido na Estratégia Saúde da Família (ESF) de um município do interior do Estado de Minas Gerais, no ano de 2011. O processo seguiu as etapas: tradução, síntese das traduções, avaliação pelo Comitê de Juízes, retrotradução, submissão das versões retrotraduzidas aos autores da versão original, validação semântica, pré-teste e análise das propriedades psicométricas (validade de construto convergente, discriminante e fatorial, confiabilidade e reprodutibilidade). A amostra foi constituída por 150 participantes, sendo 83(55,3%) do sexo feminino, 94(62,7%) com mais de 60 anos de idade, 76(50,7%) aposentados e 117 (77,9%) com menos de nove anos
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 18.12.2012
  • Acesso à fonte
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    • ABNT

      STACCIARINI, Thais Santos Guerra; PACE, Ana Emilia. Adaptação e validação da escala para avaliar a capacidade de autocuidado Appraisal of Self Care Agency Scale - Revised para o Brasil. 2012.Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, 2012. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/22/22132/tde-16012013-111537/ >.
    • APA

      Stacciarini, T. S. G., & Pace, A. E. (2012). Adaptação e validação da escala para avaliar a capacidade de autocuidado Appraisal of Self Care Agency Scale - Revised para o Brasil. Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/22/22132/tde-16012013-111537/
    • NLM

      Stacciarini TSG, Pace AE. Adaptação e validação da escala para avaliar a capacidade de autocuidado Appraisal of Self Care Agency Scale - Revised para o Brasil [Internet]. 2012 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/22/22132/tde-16012013-111537/
    • Vancouver

      Stacciarini TSG, Pace AE. Adaptação e validação da escala para avaliar a capacidade de autocuidado Appraisal of Self Care Agency Scale - Revised para o Brasil [Internet]. 2012 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/22/22132/tde-16012013-111537/


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