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Perda de inserção clínica: associação independente com baixa densidade mineral óssea em mulheres na pós-menopausa (2012)

  • Authors:
  • USP affiliated authors: SILVA, VALéRIA GONDIM DA - FO
  • Unidades: FO
  • Sigla do Departamento: ODE
  • Subjects: PERDA DA INSERÇÃO PERIODONTAL; FATORES DE RISCO; OSTEOPOROSE; SAÚDE DA MULHER
  • Language: Português
  • Abstract: Introdução: A perda óssea é um aspecto de ambas as doenças periodontite e osteoporose. Vários estudos têm analisado se a destruição periodontal poderia ser influenciada pela perda óssea sistêmica. Objetivo: Investigar a relação entre perda de inserção clínica e densidade mineral óssea da coluna lombar e quadril, estilo de vida, tabagismo, fatores sociodemográficos e dados clínicos odontológicos em mulheres na pós-menopausa. Métodos: Cento e quarenta e oito mulheres foram entrevistadas, utilizando um questionário estruturado, e examinadas clinicamente. O exame clínico periodontal, realizado por investigadores calibrados, incluiu perda de inserção clínica (PIC); profundidade de sondagem (PS); retração gengival (RG); sangramento a sondagem (SS); placa visível; cálculo supragengival e perda dentária. A amostra foi estratificada em dois grupos como segue: perda de inserção clínica moderada e grave. Os indivíduos do grupo PIC moderada tinham todos os sítios com perda de inserção clínica 5mm. Os indivíduos do grupo PIC grave tinham pelo menos um sítio com perda de inserção clínica > 5mm. A densidade mineral óssea (DMO), medida através de raios-X com dupla energia (DXA), foi avaliada para os sítos da coluna lombar, colo do fêmur e fêmur total (g/cm2). Resultados: PIC grave foi identificada em 86 indivíduos (58,1%). A análise de regressão linear múltipla usando PIC (variável dependente), ajustada por renda familiar, nível educacional e anos de menopausa, demonstrou uma relação (Continua)(Continuação) inversa entre perda de inserção clínica grave com a densidade mineral óssea do colo do fêmur (p = 0,015), bem como uma associação positiva entre PIC grave e perda dentária (p = 0,000), sangramento a sondagem (p = 0,004) e fumantes pesados (p = 0,001). Conclusão: Este estudo demonstrou que a perda de inserção clínica grave foi associada à baixa densidade mineral óssea do colo do fêmur e deletérios parâmetros clínicos odontológicos e tabagismo. Esses resultados demonstram que, além de um adequado cuidado bucal, os indivíduos com perda de inserção clínica grave, também, podem requerer uma atenção adicional á sua saúde óssea sistêmica
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 03.08.2012
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    • ABNT

      SILVA, Valéria Gondim da; ROMITO, Giuseppe Alexandre. Perda de inserção clínica: associação independente com baixa densidade mineral óssea em mulheres na pós-menopausa. 2012.Universidade de São Paulo, São Paulo, 2012. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23146/tde-14092012-170500/ >.
    • APA

      Silva, V. G. da, & Romito, G. A. (2012). Perda de inserção clínica: associação independente com baixa densidade mineral óssea em mulheres na pós-menopausa. Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23146/tde-14092012-170500/
    • NLM

      Silva VG da, Romito GA. Perda de inserção clínica: associação independente com baixa densidade mineral óssea em mulheres na pós-menopausa [Internet]. 2012 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23146/tde-14092012-170500/
    • Vancouver

      Silva VG da, Romito GA. Perda de inserção clínica: associação independente com baixa densidade mineral óssea em mulheres na pós-menopausa [Internet]. 2012 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23146/tde-14092012-170500/


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