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Remodelação da tábua óssea vestibular em implantes imediatos e em alvéolos pós-extração, utilizando cirurgias sem retalho, com ou sem biomaterial. Estudo comparativo em cães (2012)

  • Authors:
  • Autor USP: SUAID, FLAVIA ADELINO - FORP
  • Unidade: FORP
  • Sigla do Departamento: 806
  • Subjects: IMPLANTES DENTÁRIOS; ENXERTO ÓSSEO; CIRURGIA BUCAL; BIOMATERIAIS
  • Keywords: cirurgias sem retalho; enxerto ósseo sintético; gap filling; Immediate implant; implante imediato; synthetic bone graft; tooth extraction; tooth socket
  • Language: Português
  • Abstract: Recentes estudos em animais tem demonstrado pronunciada reabsorção da tábua óssea vestibular, após a colocação de implantes imediatos. A realização de cirurgias sem retalho para a colocação de implantes imediatos, e a utilização de enxertos ósseos nos gaps, representam alternativas viáveis para minimizar a reabsorção da tábua óssea vestibular e, dessa forma, otimizar a osseointegração. O presente trabalho se propôs a investigar a remodelação da tábua óssea vestibular, associada ou não ao enxerto ósseo sintético no gap entre a superfície do implante e a tábua vestibular, em cirurgias sem retalho. Neste contexto, implantes posicionados ao nível da tábua óssea vestibular, e 2.0 mm subcrestal foram comparados. Metodologicamente, os pré-molares mandibulares bilaterais de 8 cães foram extraídos sem retalho, 4 implantes foram instalados nos alvéolos de cada lado, e posicionados 2.0 mm da tábua óssea vestibular originando o gap. Os seguintes grupos foram testados: implantes equicrestal associado com o enxerto ósseo sintético (grupo teste equicrestal-GTEC), implantes equicrestal com coágulo sanguíneo (grupo controle-GCEC), implantes 2.0 mm subcrestal associado com o enxerto ósseo sintético (grupo teste subcrestal-GTSC) e implantes 2.0 mm subcrestal com coágulo sanguíneo (grupo controle-GCSC). Uma semana após as cirurgias, próteses metálicas foram instaladas. Marcadores ósseos foram administrados 1, 2, 4 e 12 semanas após as cirurgias para a análise da fluorescência. Doze semanas após a colocação dos implantes os animais foram sacrificados. Para a análise radiográfica, cortes vestíbulo-linguais foram realizados nos blocos com os implantes individualizados, e imagens digitais radiográficas foram obtidas. Para a análise histomorfométrica, lâminas foram preparadas através dos blocos seccionados. A análise radiográfica revelou que o grupoteste subcrestal apresentou maior perda da tábua óssea vestibular com diferença estatisticamente significante quando comparado com os grupos equicrestais (p<0,05). Não foi observada diferença significativa entre os grupos em relação à distância linear, e a presença ou ausência de neoformação tecidual no gap residual. A avaliação histomorfométrica demonstrou resultados significativos para o grupo teste equicrestal, sem perda da tábua óssea vestibular. Em relação aos outros parâmetros, o grupo controle subcrestal apresentou melhores resultados. A nova formação de tecido ósseo foi determinada pela quantificação da fluorescência dos marcadores em áreas adjacentes e distantes às superfícies dos implantes. As áreas adjacentes mostraram diferentes resultados entre os grupos, e pequeno um decréscimo na 12a semana, exceto para o grupo controle subcrestal, que apresentou um aumento. As áreas distantes mostraram um aumento contínuo na formação óssea. Os implantes equicrestais apresentaram insignificativa perda da tábua óssea vestibular. No entanto, os implantes subcrestais mostraram maior perda da tábua óssea vestibular, mesmo com a presença do enxerto ósseo. No entanto, a tábua vestibular manteve-se sempre coronal ao ombro do implante. Ambos os grupos equicrestais e subcrestais testes e controles foram beneficiados nas fases iniciais do processo de formação óssea como evidenciado pela análise de fluorescência
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 30.03.2012
  • Acesso à fonte
    How to cite
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    • ABNT

      SUAID, Flavia Adelino; GRISI, Marcio Fernando de Moraes; NOVAES JUNIOR, Arthur Belem. Remodelação da tábua óssea vestibular em implantes imediatos e em alvéolos pós-extração, utilizando cirurgias sem retalho, com ou sem biomaterial. Estudo comparativo em cães. 2012.Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, 2012. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/58/58132/tde-23052012-170833/ >.
    • APA

      Suaid, F. A., Grisi, M. F. de M., & Novaes Junior, A. B. (2012). Remodelação da tábua óssea vestibular em implantes imediatos e em alvéolos pós-extração, utilizando cirurgias sem retalho, com ou sem biomaterial. Estudo comparativo em cães. Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/58/58132/tde-23052012-170833/
    • NLM

      Suaid FA, Grisi MF de M, Novaes Junior AB. Remodelação da tábua óssea vestibular em implantes imediatos e em alvéolos pós-extração, utilizando cirurgias sem retalho, com ou sem biomaterial. Estudo comparativo em cães [Internet]. 2012 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/58/58132/tde-23052012-170833/
    • Vancouver

      Suaid FA, Grisi MF de M, Novaes Junior AB. Remodelação da tábua óssea vestibular em implantes imediatos e em alvéolos pós-extração, utilizando cirurgias sem retalho, com ou sem biomaterial. Estudo comparativo em cães [Internet]. 2012 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/58/58132/tde-23052012-170833/


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