Melanoma primário da mucosa oral: estudo imunoistoquímico e molecular da via da MAPK (2012)
- Authors:
- Autor USP: HSIEH, RICARDO - FM
- Unidade: FM
- Sigla do Departamento: MDT
- DOI: 10.11606/T.5.2012.tde-10092012-135829
- Subjects: MELANOMA; MUCOSA ORAL; PROTEÍNAS QUINASES; IMUNOHISTOQUÍMICA
- Keywords: Análise mutacional de DNA; DNA mutational analysis; Immunohistochemistry; Kinases mitogen-activated protein kinase; Oral mucosa; Pirosequenciamento; Pyrosequencing; Quinases de proteína quinase ativadas por mitógeno
- Language: Português
- Abstract: INTRODUÇÃO: O melanoma primário da cavidade oral é uma neoplasia agressiva, rara e originada a partir da proliferação de melanócitos malignos da mucosa. Ele representa aproximadamente de 0,2 a 8% de todos os melanomas. Estudos recentes apontam algumas vias moleculares tem sido encontradas por estarem envolvidas na patogenia dos melanomas. Dentre essas vias destaca-se a via proliferativa da MAPK (mitogen activated protein kinase), esta cascata de sinalização está envolvida no controle do crescimento celular, proliferação e migração, e tem sido relacionada com um papel importante no desenvolvimento e progressão do melanoma cutâneo. OBJETIVOS: Analisar a expressão proteica e mutação pontual dos componentes da via MAPK e correlacionar com os dados clínicos-histológicos. MATERIAL E MÉTODOS: Através da imunoistoquímica avaliar a expressão proteica dos anticorpos RAS; BRAF; MEK1; MEK2; ERK1 e ERK2 em 35 casos de melanomas orais organizados em matriz (TMA: Tissue Microarray) e através de pirosequenciamento avaliar a mutação pontual dos genes BRAF; NRAS; KRAS em 14 casos de melanomas orais. RESULTADOS: Idade dos pacientes entre 9 e 91 anos, sem predileção por sexo, 75% caucasianos, 71,42% acometeram o palato, 80% com aspecto histológico grau III. A análise da expressão proteica foi: RAS (28,57%); BRAF (82,85%); MEK1 (0%); MEK2 (51,43%); ERK1 (20%)e ERK2 (74,28%). Na análise molecular observamos mutações para BRAF (9/14 casos) e NRAS (2/14 casos). CONCLUSÃO: Todos os aspectos da via MAPK necessita de outras elucidações em melanomas de áreas foto-protegidas e melanomas de mucosa e comparando diferentes populações. Entretanto, os resultados deste presente estudo apontam importante alterações na cascata RAS-RAF-MEK-ERK e estes são indicadores de prognóstico ruim em melanomas primários da mucosa oral, independente da exposição solar
- Imprenta:
- Data da defesa: 27.06.2012
- Status:
- Artigo publicado em periódico de acesso aberto (Gold Open Access)
- Versão do Documento:
- Versão publicada (Published version)
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-
ABNT
HSIEH, Ricardo. Melanoma primário da mucosa oral: estudo imunoistoquímico e molecular da via da MAPK. 2012. Tese (Doutorado) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2012. Disponível em: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5133/tde-10092012-135829/. Acesso em: 02 abr. 2026. -
APA
Hsieh, R. (2012). Melanoma primário da mucosa oral: estudo imunoistoquímico e molecular da via da MAPK (Tese (Doutorado). Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de https://teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5133/tde-10092012-135829/ -
NLM
Hsieh R. Melanoma primário da mucosa oral: estudo imunoistoquímico e molecular da via da MAPK [Internet]. 2012 ;[citado 2026 abr. 02 ] Available from: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5133/tde-10092012-135829/ -
Vancouver
Hsieh R. Melanoma primário da mucosa oral: estudo imunoistoquímico e molecular da via da MAPK [Internet]. 2012 ;[citado 2026 abr. 02 ] Available from: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5133/tde-10092012-135829/ - Expressão da proteína p16, ciclina D1, CdK4 e proteína do retinoblastoma no melanoma acral lentiginoso
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