Estratégias das respostas neuromusculares em diferentes níveis de contração após alteração da temperatura local (2012)
- Authors:
- Autor USP: GARCIA, LARISSA MARTINS - FMRP
- Unidade: FMRP
- Sigla do Departamento: RAL
- Subjects: ELETROMIOGRAFIA; CRIOTERAPIA; DOENÇAS NEUROMUSCULARES (CONTROLE)
- Language: Português
- Abstract: Aplicação de crioterapia e diatermia por ondas curtas (DOC) pode promover alterações no controle neuromuscular. Portanto, o objetivo do presente estudo foi avaliar o padrão de recrutamento e a coativação dos músculos biceps braquial (BB) e triceps braquial (TB) em rentes níveis de contração, bem como a força de flexão do antebraço antes e após a aplicação da crioterapia e DOC. Foram avaliadas 60 voluntárias saudáveis, sem história de doenças osteomioarticulares nos membros superiores e sem contraindicacão ao uso de ondas curtas e/ou crioterapia. O sinal eletromiográfico (root mean square - RMS e a frequência mediana - FM) dos músculos BB e TB foi coletado pelo sistema de aquisição de dados EMG-1000 (Lynx®), e a força de fumo do antebraço mensurada com uma célula de carga (MM-50Kratos) durante contraries isométricas de flexão do antebraço a 25%, 50%, 75% e 100% da contração isométrica voluntária máxima (CIVM). As voluntárias foram distribuídas igualmente em três grupos: crioterapia (GCR), diatermia por ondas curtas (GOC) e controle (GC). A aplicação de crioterapia teve duração de 30 minutos, a de DOC duração de 20 minutos e o GC permaneceu em repouso por 30 minutos, sendo que as aplicações dos recursos físicos ocorreram sobre os músculos BB e TB. A coleta dos dados foi realizada antes e após aplicação ou não do recurso. Para a comparação das variáveis estudadas, foi utilizado o modelo de regressão linear com efeitos mistos (efeitos aleatórios e fixos) sendo fixado em todos os cálculos um nivel crítico de 5% (p‘< ou =’0,05). Os resultados mostraram que não houve alteração em relação à força de flexão do antebraço em nenhum dos três grupos antes e após a aplicação dos recursos. Após aplicação de DOC, em relação ao músculo BB, houve redução do RMS somente no nível 100% da CIVM e na FM não houve alterações. Nenhuma diferençafoi encontrada no RMS nem FM no GOC em comparação ao GC. A aplicação de crioterapia promoveu aumento do RMS e diminuição da FM do músculo BB em todos os níveis de contração. Além disso, foram encontrados em todos os níveis de contração valores maiores de RMS e menores de FM do músculo BB no GCR em comparação com o GC no período pós. Em relação à correlação muscular entre BB e TB, o RMS não apresentou padrão de correlação. Já a FM apresentou fraca correlação nos GC e GOC tanto no pré como no pós. Para o GCR, houve correlação moderada da FM nos níveis de contração 75 e 100% após a aplicação do recurso. Diante disso, conclui-se que a aplicação de crioterapia alterou as respostas neuromusculares enquanto a aplicação de DOC não promoveu tais alterações. No que se refere à força de flexão do antebraço, nenhum dos recursos térmicos foi capaz de alterá-la
- Imprenta:
- Publisher place: Ribeirão Preto
- Date published: 2012
- Data da defesa: 13.06.2012
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ABNT
GARCIA, Larissa Martins. Estratégias das respostas neuromusculares em diferentes níveis de contração após alteração da temperatura local. 2012. Dissertação (Mestrado) – Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, 2012. . Acesso em: 10 jan. 2026. -
APA
Garcia, L. M. (2012). Estratégias das respostas neuromusculares em diferentes níveis de contração após alteração da temperatura local (Dissertação (Mestrado). Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto. -
NLM
Garcia LM. Estratégias das respostas neuromusculares em diferentes níveis de contração após alteração da temperatura local. 2012 ;[citado 2026 jan. 10 ] -
Vancouver
Garcia LM. Estratégias das respostas neuromusculares em diferentes níveis de contração após alteração da temperatura local. 2012 ;[citado 2026 jan. 10 ]
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