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Variabilidade química das àguas na Bacia do Alto Paraguai: uma compartimentação do Pantanal Mato-grossense (2011)

  • Authors:
  • Autor USP: REZENDE FILHO, ARY TAVARES - FFLCH
  • Unidade: FFLCH
  • Sigla do Departamento: FLG
  • Subjects: BACIA HIDROGRÁFICA; ÁGUA (ANÁLISE QUÍMICA); COMPOSIÇÃO QUÍMICA; ANÁLISE MULTIVARIADA; PANTANAL
  • Keywords: Espacialização; Fatores de variabilidades; Hidroquímica; Hydrochemistry; Sources of variability; Spatialization
  • Language: Português
  • Abstract: A Bacia do Alto Paraguai é definida pelo trecho compreendido entre as nascentes do Rio Paraguai e a confluência deste com o Rio Apa, e abrange planaltos, depressões e a vasta planície do Pantanal, a maior zona úmida continental do planeta. O objetivo geral deste trabalho é propor uma compartimentação do Pantanal com base em seu funcionamento atual. Para isto, utilizou-se de um conjunto de métodos, análise em componentes principais (ACP), análise em fatores de correspondência (AFC), e análise de deconvolução pelo modelo EMMA (End-Members Mixing Analysis). Essas análises foram aplicadas em amostragens de águas coletadas sob diferentes escalas, desde a da Bacia do Alto Paraguai até a da Nhecolândia, uma sub-região do Pantanal (MS). Esses procedimentos permitiram discriminar, hierarquizar e espacializar os fatores responsáveis pela variabilidade química das águas. Os resultados mostram que a composição química das águas que alimentam a planície pode ser considerada como uma mistura de três perfis químicos, definidos pelo tipo de rocha (calcário, arenito, cristalino) que explica 50% da variância total, e pelo uso e ocupação do solo (adubação de nitrogênio no planalto) responsável por 15% da variância total. As distribuições dos perfis químicos permitiram identificar grandes regiões, e áreas limítrofes entre elas com justaposição de perfis químicos contrastados, tanto no planalto quanto na planície. Apesar de ter-se observado algumas modificações na composição química das águasentre as estações seca e úmida, essas duas amostragens mantém discriminadas as mesmas regiões. Na subregião da Nhecolândia, a evaporação e as precipitações salinas a ela associadas (calcita e Mg-calcita, Mg-silicatos K-silicatos) respondem por 76% da variância total. A influência antrópica (adubação com potássio e nitrogênio nas zonas agrícolas do planalto) respondem por cerca de 10% da variância total. Evaporação, processos redox, uso e ocupação do solo foram apontados como as principais fontes de variabilidade na composição química das águas na Nhecolândia
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 29.08.2011
  • Acesso à fonte
    How to cite
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    • ABNT

      REZENDE FILHO, Ary Tavares; FURIAN, Sonia Maria. Variabilidade química das àguas na Bacia do Alto Paraguai: uma compartimentação do Pantanal Mato-grossense. 2011.Universidade de São Paulo, São Paulo, 2011. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8135/tde-31052012-082056/ >.
    • APA

      Rezende Filho, A. T., & Furian, S. M. (2011). Variabilidade química das àguas na Bacia do Alto Paraguai: uma compartimentação do Pantanal Mato-grossense. Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8135/tde-31052012-082056/
    • NLM

      Rezende Filho AT, Furian SM. Variabilidade química das àguas na Bacia do Alto Paraguai: uma compartimentação do Pantanal Mato-grossense [Internet]. 2011 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8135/tde-31052012-082056/
    • Vancouver

      Rezende Filho AT, Furian SM. Variabilidade química das àguas na Bacia do Alto Paraguai: uma compartimentação do Pantanal Mato-grossense [Internet]. 2011 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8135/tde-31052012-082056/

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