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Análise do fenômeno da imunotolerância na fotocarcinogênese em lábio (2011)

  • Authors:
  • USP affiliated authors: DIAS, RENATA HELENA FERREIRA CARAMEZ PIERRONI - FO
  • Unidades: FO
  • Sigla do Departamento: ODE
  • Subjects: QUEILITE; CARCINOMA DE CÉLULAS ESCAMOSAS; TOLERÂNCIA IMUNOLÓGICA
  • Keywords: Células de Langerhans; Fotocarcinogênese; Queilite actínica
  • Language: Português
  • Abstract: A radiação ultravioleta (UV) do sol é a principal responsável pelo desenvolvimento do câncer de pele não-melanoma. A radiação UV induz efeitos biológicos, que promovem a fotocarcinogênese, agindo diretamente sobre o DNA, provocando mutações. Porém, tudo indica que há um efeito indireto, que induz imunossupressão. O fenômeno fisiológico da imunotolerância, que é responsável pela prevenção de doenças autoimunes e pela modulação da resposta inflamatória, pode ser aproveitado por determinadas neoplasias para escaparem do controle imunológico e reforçado pela radiação UV. Os personagens principais da imunotolerância no ambiente tumoral são células dendríticas imaturas e linfócitos T reguladores (Treg), além de inúmeras citocinas imunossupressoras. Com o objetivo de avaliar a imunotolerância na fotocarcinogênese em lábio, foram analisadas, por meio da técnica de imuno-histoquímica, 75 amostras de material fixado e emblocado em parafina, sendo 44 casos de queilite actínica (QA) nos três graus de displasia epitelial (discreta, moderada e intensa), 18 casos de carcinoma epidermoide de lábio (CEL) e 12 espécimes representativos de lábio normal (LN). Tais amostras foram submetidas aos anticorpos anti-CD83, anti-DEC-205, anti-FOXP3, anti-CD1a e anti-CD207. Foi efetuada a contagem de células em 3 campos significativos, escolhidos aleatoriamente, e obtida a média de células contadas/campo. Assim, os resultados mostraram uma grande quantia de linfócitos Treg FOXP3+ tanto no CEL como na QA. (Continua)(Continuação) Também houve uma expressão acentuada de DEC-205 nos casos estudados. Quanto à presença de células de Langerhans CD207+ e CD1a+, notou-se um acúmulo no epitélio das lesões de QA e nas ilhotas do CEL, além de algumas células estarem presentes no tecido conjuntivo. Já para o marcador CD83, a contagem de células positivas foi baixa em relação aos demais marcadores tanto no CEL como na QA. Portanto, sugere-se um microambiente imunotolerante tanto no início, quanto no estabelecimento do processo da fotocarcinogênese em lábio
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 07.12.2011

  • How to cite
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    • ABNT

      DIAS, Renata Helena Ferreira Caramez Pierroni; MARTINS, Marília Trierveiler. Análise do fenômeno da imunotolerância na fotocarcinogênese em lábio. 2011.Universidade de São Paulo, São Paulo, 2011. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23141/tde-06032012-165809/ >.
    • APA

      Dias, R. H. F. C. P., & Martins, M. T. (2011). Análise do fenômeno da imunotolerância na fotocarcinogênese em lábio. Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23141/tde-06032012-165809/
    • NLM

      Dias RHFCP, Martins MT. Análise do fenômeno da imunotolerância na fotocarcinogênese em lábio [Internet]. 2011 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23141/tde-06032012-165809/
    • Vancouver

      Dias RHFCP, Martins MT. Análise do fenômeno da imunotolerância na fotocarcinogênese em lábio [Internet]. 2011 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23141/tde-06032012-165809/

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