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Relações de poder no feminismo paulista - 1975 a 1981 (2011)

  • Authors:
  • Autor USP: RIBEIRO, MARIA ROSA DÓRIA - FFLCH
  • Unidade: FFLCH
  • Sigla do Departamento: FLH
  • Subjects: FEMINISMO (HISTÓRIA); MOVIMENTOS IDEOLÓGICOS; IDENTIDADE; PODER
  • Keywords: Construção da identidade feminista; Construction of the feminist identity; Feminism in São Paulo; Feminismo em São Paulo; Ideas and feminist movements in Brazil; Ideias e movimentos feministas no Brasil; Lutas femininas e o Estado; Militantes da Esquerda e Movimento Feminista; Relações societárias de poder no Movimento de Mulheres; Societal power relations inside the Women's Movement Left Militants and the Feminist Movement; Women's struggles and the state
  • Language: Português
  • Abstract: A segunda onda do Movimento Feminista no Brasil emergiu em um contexto de combate à Ditadura. E surgiu em São Paulo como possibilidade de reforçar mais uma frente de luta contra o governo militar. Mas o feminismo ainda era uma novidade pouco conhecida até por aquelas que se declaravam como feministas. Era rechaçado pelos segmentos mais conservadores da sociedade, mas também pelos militantes da Esquerda revolucionária. Estes o consideravam fora de tempo e lugar. Ao impulsionar o movimento social, o feminismo no Brasil reapareceu em meados da década de 70 enfrentando a questão do poder externamente, na sociedade e no Estado, e internamente, no próprio Movimento de Mulheres. Os vários grupos que compunham o campo em que se afirmava o feminismo disputavam o controle do Movimento de acordo com os referenciais tradicionais de poder. E, ao mesmo tempo, buscavam alternativas de gestão do movimento que fugissem daqueles modelos. Ora porque assim as circunstâncias impunham, ora porque assumiam as críticas elaboradas pelo feminismo à natureza patriarcal e autoritária do poder tradicional. As contradições que o Movimento de Mulheres abrigou punham em jogo as posições de todas as suas ativistas, inclusive das próprias feministas. Fazia com que reexaminassem os seus papéis sociais e constatassem as suas condições de oprimidas. Construir as identidades feministas significava romper com os cânones estabelecidos para o ser mulher que haviam aprendido. Assim como implicava assumir-se comosujeito de suas lutas
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 12.08.2011
  • Acesso à fonte
    How to cite
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    • ABNT

      RIBEIRO, Maria Rosa Dória; BARBOSA, Wilson do Nascimento. Relações de poder no feminismo paulista - 1975 a 1981. 2011.Universidade de São Paulo, São Paulo, 2011. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8138/tde-16012012-163308/ >.
    • APA

      Ribeiro, M. R. D., & Barbosa, W. do N. (2011). Relações de poder no feminismo paulista - 1975 a 1981. Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8138/tde-16012012-163308/
    • NLM

      Ribeiro MRD, Barbosa W do N. Relações de poder no feminismo paulista - 1975 a 1981 [Internet]. 2011 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8138/tde-16012012-163308/
    • Vancouver

      Ribeiro MRD, Barbosa W do N. Relações de poder no feminismo paulista - 1975 a 1981 [Internet]. 2011 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8138/tde-16012012-163308/

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