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Desenvolvimento de mandioca chips, moldada e frita (2011)

  • Authors:
  • Autor USP: FERRAREZZO, ELIANE MARIA - FZEA
  • Unidade: FZEA
  • Sigla do Departamento: ZAB
  • Subjects: MANDIOCA; ALIMENTOS PREPARADOS; PROCESSAMENTO DE ALIMENTOS; RAÍZES E TUBÉRCULOS ALIMENTÍCIOS; PRODUTOS NOVOS
  • Keywords: Fried food; Fritura; Salgadinhos; Salty snacks; Snacks; Snacks
  • Language: Português
  • Abstract: valores de TBARS (substâncias reativas ao ácido tiobarbitúrico), dienos e trienos conjugados durante o estudo de vida de prateleira. A análise sensorial realizada para determinar a vida de prateleira da mandioca chips considerando o método de aceitação da Aceitabilidade Mínima Tolerável e o método de comparação das amostras com o padrão (0 dia de armazenamento) apontaram 56 dias como o tempo, a partir do qual, são percebidas as alterações nos atributos avaliadosA mandioca (Manihot sculenta Crantz) é originária do Brasil e é também cultivada em outros países de clima tropical, tendo grande importância como fonte de carboidratos e de subsistência para quase um bilhão de pessoas. As suas raízes são altamente perecíveis, pois após três dias da colheita inicia-se o processo de deterioração fisiológica. Métodos e produtos que possam aumentar a vida de prateleira da mandioca ou a disponibilidade de produtos à base de mandioca são de grande interesse para produtores e industriais. Este trabalho teve como objetivo o desenvolvimento de um novo produto moldado na forma de chips e frito, elaborado a partir de mandioca crua e cozida em pó, com uso mínimo de ingredientes, isento de glúten, gordura trans e ingredientes de origem animal, numa tentativa de fornecer ao mercado um produto com maior valor agregado e que possa ser produzido por pequenas e micro empresas. O estudo foi conduzido em duas etapas, na primeira obteve-se a mandioca cozida em pó e foram realizados os pré-testes de formulação e processamento dos chips e na segunda etapa foi realizado o aprimoramento da formulação e estudo de vida de prateleira da mandioca chips. Na primeira etapa a análise sensorial preliminar apontou a aparência gordurosa e a falta de gosto de sal como pontos a serem melhorados na formulação, porém foi possível produzir mandioca chips com o uso de mandioca cozida em pó a partir da variedade IAC 576-70 e Manteiga. Na segunda etapa o óleo de soja foi substituídopor gordura de palma, o teor de sal foi aumentado e para o aprimoramento da formulação e processo foram testadas as condições de tempo e temperatura de fritura, e a adição de mandioca crua em pó, a partir de um planejamento experimental fatorial completo 23 com 6 pontos axiais e 3 repetições do ponto central, totalizando 17 ensaios (T1 a T17) com as variáveis independentes: mandioca crua em pó, mandioca cozida em pó e tempo de fritura. As variáveis dependentes foram: absorção de lipídeos; umidade; atividade de água; textura; cor e volume específico. A adição de mandioca crua em pó altera as propriedades reológicas, sensoriais e tecnológicas dos chips. Há uma forte correlação negativa entre a porcentagem de lipídeos e de umidade. A textura dos chips foi influenciada pelo tempo de fritura e quantidade de mandioca cozida em pó. Três testes foram selecionados para análise sensorial de aceitação sendo escolhido o teste T5, que foi submetido ao estudo de vida de prateleira. Durante este estudo não houve alteração na umidade, atividade de água e textura instrumental da mandioca chips indicando que a embalagem utilizada (sacos de PEAD/Al/PPMO) foi eficiente. No estudo de estabilidade oxidativa durante o armazenamento, em relação ao índice de acidez, este aumentou nos primeiros 29 dias de estocagem e depois se manteve constante. O índice de peróxidos atingiu seus maiores valores após 56 dias de armazenamento diminuindo ao final nos 133 dias de armazenamento. Não houve alteração nos
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 17.10.2011
  • Acesso à fonte
    How to cite
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    • ABNT

      FERRAREZZO, Eliane Maria; MELO, Mariza Pires de. Desenvolvimento de mandioca chips, moldada e frita. 2011.Universidade de São Paulo, Pirassununga, 2011. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/74/74132/tde-21112011-142728/ >.
    • APA

      Ferrarezzo, E. M., & Melo, M. P. de. (2011). Desenvolvimento de mandioca chips, moldada e frita. Universidade de São Paulo, Pirassununga. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/74/74132/tde-21112011-142728/
    • NLM

      Ferrarezzo EM, Melo MP de. Desenvolvimento de mandioca chips, moldada e frita [Internet]. 2011 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/74/74132/tde-21112011-142728/
    • Vancouver

      Ferrarezzo EM, Melo MP de. Desenvolvimento de mandioca chips, moldada e frita [Internet]. 2011 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/74/74132/tde-21112011-142728/

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