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Avaliação da densidade vascular linfática intratumoral em adenocarcinomas primários de endométrio (2011)

  • Authors:
  • Autor USP: KAWAMURA, LECY - FM
  • Unidade: FM
  • Sigla do Departamento: MOG
  • Subjects: NEOPLASIAS; PROGNÓSTICO; VASOS LINFÁTICOS (FORMAÇÃO); IMUNOHISTOQUÍMICA
  • Keywords: Endometrial neoplasms; Immunohistochemistry; Linfangiogênese; Lymphangiogenesis; Podoplanin; Podoplanina; Prognosis
  • Language: Português
  • Abstract: INTRODUÇÃO: A metástase linfonodal em adenocarcinomas de endométrio reduz significativamente as taxas de sobrevida. Poucos estudos relacionando a microdensidade vascular linfática (MDVL) intratumoral e sobrevida em adenocarcinomas endometriais estão disponíveis atualmente. OBJETIVO: O propósito deste estudo foi avaliar a microdensidade vascular linfática intratumoral dos adenocarcinomas de endométrio e investigar a sua associação com fatores patológicos clássicos, metástase linfonodal e sobrevida. MÉTODOS: Cinquenta e sete pacientes com adenocarcinoma de endométrio, diagnosticadas entre 2000 a 2008 submetidas a estadiamento cirúrgico completo e avaliação da MDVL intratumoral e outras variáveis histológicas. Os micro vasos linfáticos foram identificados através de reação imunoistoquímica utilizando um anticorpo monoclonal contra a podoplanina humana (clone D2-40) e avaliados pela contagem do número de vasos linfáticos marcados em 10 campos com maior densidade vascular em aumento de 400 vezes. A MDVL foi expressa pela média do número de vasos nestes 10 campos microscópicos de maior densidade vascular. A seguir, investigamos a associação entre MDVL com achados clínico-patológicos e prognóstico. Nossos resultados demonstraram que a média do número de vasos linfáticos contados em todos os casos variou de 0 a 4.7. O valor da mediana obtida da média da MDVL foi de 0,5 e foi definido como valor de corte entre baixa e alta MDVL. RESULTADOS: Identificamos baixa MDVL intratumoral em 27 (47,4%) pacientes e alta MDVL em 30 (52,6%) das pacientes. A elevada MDVL intratumoral foi associada com menor comprometimento linfonodal e casos fatais, menor infiltração miometrial e de anexos e menor comprometimento cervical e peritoneal. Não foi obtida associação entre MDVL e idade, tipo histológico pelo sistema da FIGO, invasão vascular ou comprometimento linfonodal. CONCLUSÃO: Nossos resultados mostram associação entre elevadaMDVL intratumoral com fatores prognósticos favoráveis no câncer endometrial
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 16.08.2011
  • Acesso à fonte
    How to cite
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    • ABNT

      KAWAMURA, Lecy; CARVALHO, Jesus Paula. Avaliação da densidade vascular linfática intratumoral em adenocarcinomas primários de endométrio. 2011.Universidade de São Paulo, São Paulo, 2011. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5139/tde-19092011-140715/ >.
    • APA

      Kawamura, L., & Carvalho, J. P. (2011). Avaliação da densidade vascular linfática intratumoral em adenocarcinomas primários de endométrio. Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5139/tde-19092011-140715/
    • NLM

      Kawamura L, Carvalho JP. Avaliação da densidade vascular linfática intratumoral em adenocarcinomas primários de endométrio [Internet]. 2011 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5139/tde-19092011-140715/
    • Vancouver

      Kawamura L, Carvalho JP. Avaliação da densidade vascular linfática intratumoral em adenocarcinomas primários de endométrio [Internet]. 2011 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5139/tde-19092011-140715/

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