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Avaliação estrutural, qualitativa e quantitativa do nervo erênico no diabete experimental agudo e crônico: efeito do tratamento com insulina. (2011)

  • Authors:
  • Autor USP: ALCANTARA, ADRIANA CRISTINA LICURSI DE - FMRP
  • Unidade: FMRP
  • Sigla do Departamento: RNP
  • Subjects: NERVO FRÊNICO; DIABETES MELLITUS; MORFOLOGIA (ANATOMIA); MORFOMETRIA
  • Language: Português
  • Abstract: Existem relatos na literatura sobre a paralisia do nervo frênico em pacientes diabéticos, mas a otiologia destas paralisias ainda é controversa. Não há descrições da literatura sobre a morfologia do nervo frênico em pacientes diabéticos. No entanto, há poucos relatos apontando que a morfologia do nervo frênico e sua função estejam prejudicadas em modelos experimentais de diabetes. O objetivo do presente estudo foi investigar os parâmetros morfométricos do nervo frênico no diabetes experimental agudo e crônico e os efeitos do tratamento com insulina sobre a morfologia e a morfometria das fibras e dos fascículos desse nervo. Ratos Wistar machos receberam uma única injeção intravenosa de estreptozotocina (40mg/kg) 15 dias (N = 6) ou 12 semanas (N = 6) antes dos experimentos. Ratos controles (N = 6 para cada grupo) receberam igual volume de solução tampão citrato. Ratos tratados com insulina (N = 6 para cada grupo) receberam, três dias após a injeção de STZ, uma dose diária subcutânea de insulina, até o dia do experimento. No dia do experimento, os ratos foram submetidos à anestesia e perfusão cardíaca com solução fixador (glutaraldeído 2,5% ). Em seguida, os nervos frênicos direito e esquerdo, foram dissecados e os segmentos proximal e distal, preparados para o estudo em microscopia de luz. A morfometria foi realizada com o auxílio de um sistema de análise de imagens e levou em consideração área e diâmetro fasciculares, número de fibras mielínicas e sua densidade, e número de núcleos de células de Schwann e sua densidade. Área e diâmetro das fibras mielínicas e seus respectivos axônios também foram investigados. A comparação foi feita entre os segmentos, lados e grupos e as diferenças foram consideradas significativas quando p <0,05. Nossos resultados mostram que existem alterações na morfologia e morfometria dos fascículos e dos axônios mielinizados donervo frênico em animais diabéticos, especialmente nos segmentos distais, nos animais do grupo agudo. Essas alterações se intensificaram nos animais do grupo crônico, atingindo os segmentos proximais. O tratamento com insulina impediu essas alterações. Estes resultados indicam a presença de uma neuropatia diabética do nervo frênico nesse modelo experimental que é progressivo de distal para proximal
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 30.05.2011

  • How to cite
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    • ABNT

      ALCANTARA, Adriana Cristina Licursi de; FAZAN, Valéria Paula Sassoli. Avaliação estrutural, qualitativa e quantitativa do nervo erênico no diabete experimental agudo e crônico: efeito do tratamento com insulina.. 2011.Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, 2011.
    • APA

      Alcantara, A. C. L. de, & Fazan, V. P. S. (2011). Avaliação estrutural, qualitativa e quantitativa do nervo erênico no diabete experimental agudo e crônico: efeito do tratamento com insulina. Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto.
    • NLM

      Alcantara ACL de, Fazan VPS. Avaliação estrutural, qualitativa e quantitativa do nervo erênico no diabete experimental agudo e crônico: efeito do tratamento com insulina. 2011 ;
    • Vancouver

      Alcantara ACL de, Fazan VPS. Avaliação estrutural, qualitativa e quantitativa do nervo erênico no diabete experimental agudo e crônico: efeito do tratamento com insulina. 2011 ;

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