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Reparação óssea em defeitos críticos induzidos na calvária de ratos com aloenxertos tratados com proteína angiogênica purificada do látex natural (2011)

  • Authors:
  • Autor USP: LIBERA FILHO, JOÃO LEONARDO DELLA - FMRP
  • Unidade: FMRP
  • Sigla do Departamento: RAL
  • Subjects: ENXERTO ALOPLÁSTICO; REGENERAÇÃO ÓSSEA
  • Language: Português
  • Abstract: Neste estudo in vivo foi avaliado o potencial de aloenxertos incubados com um pool de proteínas angiogênicas (P1) purificado por cromatografia a partir do soro do látex da seringueira Hevea brasiliensis no modelo defeito crítico da calvária em rato. Trinta e seis ratos, Wistar, machos adultos, foram divididos em quatro grupos com 9 animais cada: grupo I-defeito tratado com autólogo; grupo II-defeito tratado com aloenxerto pré-incubado com proteína angiogênica na concentração 0,1%; grupo III-defeito tratado com aloenxerto com proteína angiogênica a 1% e grupo IV-defeito tratado com aloenxerto. Estes grupos foram subdivididos em 3 sub-grupos, 14, 21 e 45 dias, com 3 animais cada, denotando temporalmente o dia da eutanásia. Catorze animais foram utilizados para obtenção dos aloenxertos, discos ósseos, acondicionados em salina estéril com celalotina a 0,5%, a -70°C, por um mês. Os animais foram anestesiados e um defeito crítico de 5mm foi realizado bilateralmente em cada calvária. Após 14, 21 e 45 dias os ratos foram eutanasiados e a calvária removida para análise radiométrico e histológica. A quantificação da deposição de osso no defeito criado (fechamento do defeito) foi obtida através da determinação da densidade óptica das imagens radiométricos com auxílio do programa image J. Neste estudo foi concluído que os aloenxertos tratados com a proteína angiogênica e o autoenxerto aumentaram significativamente o fechamento do enxerto quando comparado com o grupo sham em todos os tempos do estudo. Aos 14 e 21 dias, o aumento da deposição óssea obtidas com os tratamentos autoenxerto e aloenxertos incubados com a proteína angiogênica não apresentaram diferenças significativas entre si, mas aos 45 dias, o fechamento do enxerto induzido pelo autoenxerto foi superior a todos os grupos. Os aloenxertos são excelentes biomateriais osteocondutivos e neste estudo ficou evidenciadoa importância da adição de um fator osteogênico/ osteoindutor neste material para aumentar a velocidade do reparo ósseo, e um destes fatores pode ser a proteína angiogênica do látex estudo ficou evidenciado a natural
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 20.04.2011

  • How to cite
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    • ABNT

      DELLA LIBERA FILHO, João Leonardo; COUTINHO NETTO, Joaquim. Reparação óssea em defeitos críticos induzidos na calvária de ratos com aloenxertos tratados com proteína angiogênica purificada do látex natural. 2011.Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, 2011.
    • APA

      Della Libera Filho, J. L., & Coutinho Netto, J. (2011). Reparação óssea em defeitos críticos induzidos na calvária de ratos com aloenxertos tratados com proteína angiogênica purificada do látex natural. Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto.
    • NLM

      Della Libera Filho JL, Coutinho Netto J. Reparação óssea em defeitos críticos induzidos na calvária de ratos com aloenxertos tratados com proteína angiogênica purificada do látex natural. 2011 ;
    • Vancouver

      Della Libera Filho JL, Coutinho Netto J. Reparação óssea em defeitos críticos induzidos na calvária de ratos com aloenxertos tratados com proteína angiogênica purificada do látex natural. 2011 ;

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