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Desenvolvimento da sensibilidade ao contraste de luminância espacial e temporal (2010)

  • Authors:
  • Autor USP: MOREIRA, SONIA MARIA CIPRIANI FERSURA - IP
  • Unidade: IP
  • Sigla do Departamento: PSE
  • Subjects: VISÃO; PSICOFÍSICA; ACUIDADE VISUAL
  • Language: Português
  • Abstract: Objetivo: Avaliar a Função de Sensibilidade ao Contraste de Luminância Espacial e Temporal, estudar o desenvolvimento destas funções, a contribuição das vias de processamento paralelo para as funções de Sensibilidade ao Contraste e seu respectivo desenvolvimento e, por fim, determinar valores normativos destas funções visando uma aplicabilidade clínica.Método A avaliação psicofísica de sensibilidade ao contraste de luminância espacial e temporal foi realizada em 112 sujeitos divididos em três grupos:GrupoI ( idade média =9,14±2,7 anos),Grupo II ( idade média=23,7 ± 3,4 anos) e Grupo III ( idade média=41,8± 5,5 anos) com o programa PSYCHO for Windows Versão 2.36 (Cambridge Research Systems, CRS-Ltd, UK) acoplado a um microcomputador PC XTC -600. . Os estímulos foram apresentados em um monitor Sony Triniton de 19 polegadas GFD420 (Sony Corporation, USA) com resolução espacial de 800X600 e resolução temporal de 69 Hz Os estímulos eram comandados pela placa gráfica VSG 2/4 (Cambridge Research Systems, CRS-Ltd, UK).Resultados A avaliação psicofísica para a sensibilidade ao contraste espacial e temporal mostraram que esta função já está desenvolvida e em pleno funcionamento em crianças (6 anos) ocorrendo um declínio para as frequências espaciais de 2,0cpg;8,3cpg e 14,5cpg para os grupos II e III.Para a frequência temporal de 2,5Hz o declínio ocorre nos Grupos II e III e para a frequência temporal de 5,0 Hz nas idades mais avançadas(GIII). Para o estudo da contribuição das vias deprocessamento paralelo (magnocelular e parvocelular) podemos notar uma maior sensibilidade ao contraste para decremento de luz do que para incremento de luz, porém não foi possível determinar a real contribuição dessas vias para a função de sensibilidade ao contraste. Conclusão Avaliamos com sucesso a Sensibilidade ao Contraste Espacial e Temporal para todas as faixas etárias e, assim, conseguimos ter acesso ao desenvolvimento desta função, entre as idades de 6 e 57 anos. Valores normativos para as tais funções foram estabelecidos por metodologia nãoparamétrica.. O estudo da contribuição das vias magnocelular e parvocelular não pode ser conclusivo, porém os achados mostraram uma maior sensibilidade para o decremente de luz o que corrobora com a literatura
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 31.08.2010
  • Acesso à fonte
    How to cite
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    • ABNT

      MOREIRA, Sonia Maria Cipriani Fersura; COSTA, Marcelo Fernandes da. Desenvolvimento da sensibilidade ao contraste de luminância espacial e temporal. 2010.Universidade de São Paulo, São Paulo, 2010. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/47/47132/tde-21102010-110538/ >.
    • APA

      Moreira, S. M. C. F., & Costa, M. F. da. (2010). Desenvolvimento da sensibilidade ao contraste de luminância espacial e temporal. Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/47/47132/tde-21102010-110538/
    • NLM

      Moreira SMCF, Costa MF da. Desenvolvimento da sensibilidade ao contraste de luminância espacial e temporal [Internet]. 2010 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/47/47132/tde-21102010-110538/
    • Vancouver

      Moreira SMCF, Costa MF da. Desenvolvimento da sensibilidade ao contraste de luminância espacial e temporal [Internet]. 2010 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/47/47132/tde-21102010-110538/

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