Atendendo famílias incapazes de pensar: a perspectiva do psicólogo judiciário (2010)
- Autor:
- Autor USP: SOUZA, AUDREY SETTON LOPES DE - IP
- Unidade: IP
- Subjects: FAMÍLIA; JUSTIÇA; PERÍCIA MÉDICA
- Language: Português
- Abstract: Aborda-se a utilização do referencial psicanalitico no atendimento a um tipo de familia com dificuldade para pensar em avaliação pericial na vara de familia pelo psicologo judiciario. Os desentendomentos e a incapacidade de enfrentar conflitos nestas familias acabam levando á busca de uma sentença judicial como forma de resolver o litígio. Procura-se demosntrar que tais dificuldades têm por base uma impossibilidade de suportar as tensões inerentes aos conflitos e como consequencia, um modo de agir pautado em estruturas esquizo-paranóides nas quais o pensamento não é o modo predominante de aproximação. Justifica-se o alto grau de impulsividade encontrado nos membros de tais famílias, o que demanda da justiça a colocação de limites legais. A possibilidade de contribuição do psicologo no contexto institucional do Tribunal de justiça é exemplificada a partir da análise de um caso
- Imprenta:
- Source:
- Título: Boletim da Academia Paulista de Psicologia
- ISSN: 1415-711X
- Volume/Número/Paginação/Ano: v. 60, n. 132, p. 1-14, 2010
-
ABNT
SHINE, Sidney Kiyoshi. Atendendo famílias incapazes de pensar: a perspectiva do psicólogo judiciário. Boletim da Academia Paulista de Psicologia, v. 60, n. 132, p. 1-14, 2010Tradução . . Acesso em: 06 fev. 2026. -
APA
Shine, S. K. (2010). Atendendo famílias incapazes de pensar: a perspectiva do psicólogo judiciário. Boletim da Academia Paulista de Psicologia, 60( 132), 1-14. -
NLM
Shine SK. Atendendo famílias incapazes de pensar: a perspectiva do psicólogo judiciário. Boletim da Academia Paulista de Psicologia. 2010 ; 60( 132): 1-14.[citado 2026 fev. 06 ] -
Vancouver
Shine SK. Atendendo famílias incapazes de pensar: a perspectiva do psicólogo judiciário. Boletim da Academia Paulista de Psicologia. 2010 ; 60( 132): 1-14.[citado 2026 fev. 06 ] - Semelhanças e diferenças no desenho da figura humana como técnica projetiva entre meninos e meninas de 4 a 15 anos
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