Expansão craniana com molas: estudo experimental em coelhos (2010)
- Authors:
- Autor USP: DORNELLES, RODRIGO DE FARIA VALLE - FM
- Unidade: FM
- Sigla do Departamento: MCG
- DOI: 10.11606/D.5.2010.tde-22122010-160240
- Subjects: ANORMALIDADES CRANIOFACIAIS; CRÂNIO; CRANIOSSINOSTOSE; OSTEOGÊNESE POR DISTRAÇÃO; COELHOS; MODELOS ANIMAIS
- Language: Português
- Abstract: A expansão craniana com o uso de molas tem demonstrado eficácia no tratamento das anormalidades craniofaciais, tais como as craniossinostoses. A ação expansora exercida pelas molas tem sido observada tanto quando colocadas entre as margens parietais dos ossos do crânio, como quando lateralmente à sutura sagital, principalmente nas escafocefalias. No presente estudo foi criado um modelo experimental com coelhos, e feita uma avaliação descritiva do comportamento da calota craniana e das suturas sob ação de molas. Foram utilizados 13 coelhos Nova Zelândia com quatro semanas de vida, divididos em quatro grupos: grupo I, foram implantados no crânio marcadores de amálgama para controle; no grupo II, marcadores de amálgama e osteotomia da sutura sagital; no grupo III, marcadores de amálgama, osteotomia da sutura sagital e colocação de uma mola expansora na região interparietal e, no grupo IV, marcadores de amálgama, craniotomia parassagital linear com colocação da mola. Os animais foram sacrificados com duas, quatro, oito e doze semanas. Foi realizado controle radiológico com avaliação do afastamento dos marcadores de amálgama, da variação dos ângulos cefalométricos e das medidas da base do crânio, bem como um estudo histopatológico da região de colocação das molas. Nos grupos com o uso de molas a separação dos bordos da craniotomia foi maior do que naqueles sem a utilização de mola. Houve ossificação em todos os grupos, com maior rapidez no grupo II. O crescimento ósseo deu-se a partir dos bordos e da profundidade. Não foram observadas diferenças significativas no padrão histopatológico da regeneração óssea entre os grupos com colocação de mola na região interparietal e parassagital. O modelo experimental com coelhos se mostrou adequado às análises propostas pelo estudo. Concluiu-se que houve osteogênese por distração nos grupos III e IV e que apresentaram uma expansão craniana semelhantes.
- Imprenta:
- Data da defesa: 28.04.2010
- Status:
- Artigo publicado em periódico de acesso aberto (Gold Open Access)
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- Versão publicada (Published version)
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-
ABNT
DORNELLES, Rodrigo de Faria Valle. Expansão craniana com molas: estudo experimental em coelhos. 2010. Dissertação (Mestrado) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2010. Disponível em: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5158/tde-22122010-160240/. Acesso em: 15 abr. 2026. -
APA
Dornelles, R. de F. V. (2010). Expansão craniana com molas: estudo experimental em coelhos (Dissertação (Mestrado). Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de https://teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5158/tde-22122010-160240/ -
NLM
Dornelles R de FV. Expansão craniana com molas: estudo experimental em coelhos [Internet]. 2010 ;[citado 2026 abr. 15 ] Available from: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5158/tde-22122010-160240/ -
Vancouver
Dornelles R de FV. Expansão craniana com molas: estudo experimental em coelhos [Internet]. 2010 ;[citado 2026 abr. 15 ] Available from: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5158/tde-22122010-160240/
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