Fraturas em 4 partes do úmero proximal: análise biomecânica de 4 tipos de osteossíntese mínima (2010)
- Authors:
- Autor USP: GRAÇA, ELPIDIO DA - FMRP
- Unidade: FMRP
- Sigla do Departamento: RAL
- Subjects: FRATURAS; ÚMERO; FIXAÇÃO DE FRATURA; BIOMECÂNICA
- Language: Português
- Abstract: As fraturas do úmero proximal são freqüentes e seu diagnóstico e tratamento são desafiadores. O tratamento das fraturas em 4 partes do úmero proximal é controverso, porém recentemente existe uma maior tendência ao tratamento cirúrgico com osteossíntese mínima em pacientes ativos e com boa qualidade óssea. Existem diferentes tipos de implantes para a realização destas osteossínteses, porém sem nível de evidencia suficiente para determinar o melhor tipo de osteossíntese. Conduzimos um trabalho experimental utilizando modelos de úmeros humanos confeccionados em poliuretana com objetivo de testar biomecanicamente qual técnica de osteossíntese apresentava melhor desempenho. Um tipo de fratura em 4 partes foi criado, e após fixação, tracionado através de tirantes. Foram analisados os resultados da rigidez relativa na fase elástica para testes de tração (adução) e torção (rotação externa) de quatro grupos de osteossíntese mínima: a) placa DCP 3,5 mm (Schatzker), b) parafusos diafisários 4,5 mm (Jakob modificada), c) fios kirschner 2,0 mm (Jakob) d) parafusos corticais 3,5 mm (A0-ASIF), todos os grupos foram associados a cerclagem com fios de poliéster trançado entre os tubérculos. O resultado dos testes de tração (adução) mostrou para os respectivos grupos: a) 1,121 ± 0,33 N/mm, b) 0,991 ± 0,178 N/mm), c) 0,516 ± 0,159 N/mm) e, d) 0,639 ± 0,157 N/mm; com diferença estatística (p˂0,05) entre os grupos a e c, a e d; e, b e c. O resultado para os testes de torção (rotação externa) mostrou para os respectivos grupos: a) 6,88 ± 1,754 N/grau, b) 9,792 ± 1,542 N/grau, c) 2,634 ± 0,331 N/grau e, d) 1,311 ± 0,650 N/grau; com diferença estatística (p<0,05) entre os grupos a e d, b e c e b e d. Com a análise dos resultados dos testes de tração (adução) e torção (rotação externa) concluiu-se que todos os grupos suportaram cargas caracterizadas como fisiológicos para o ombro; que os grupos de placa DCP(Schatzker) e parafuso diafisário 4,5 mm (Jakob modificado) apresentaram comportamento semelhantes com relação a rigidez porém com melhor desempenho para o grupo de placa DCP (Schatzker) que distribui melhor a concentração de tensão por todo seu comprimento e não apresentou falhas devido a quebra óssea. O modelo para estudo de fraturas em 4 partes do úmero proximal se mostrou viável
- Imprenta:
- Publisher place: Ribeirão Preto
- Date published: 2010
- Data da defesa: 24.08.2010
-
ABNT
GRAÇA, Elpídio da. Fraturas em 4 partes do úmero proximal: análise biomecânica de 4 tipos de osteossíntese mínima. 2010. Tese (Doutorado) – Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, 2010. . Acesso em: 27 jan. 2026. -
APA
Graça, E. da. (2010). Fraturas em 4 partes do úmero proximal: análise biomecânica de 4 tipos de osteossíntese mínima (Tese (Doutorado). Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto. -
NLM
Graça E da. Fraturas em 4 partes do úmero proximal: análise biomecânica de 4 tipos de osteossíntese mínima. 2010 ;[citado 2026 jan. 27 ] -
Vancouver
Graça E da. Fraturas em 4 partes do úmero proximal: análise biomecânica de 4 tipos de osteossíntese mínima. 2010 ;[citado 2026 jan. 27 ]
How to cite
A citação é gerada automaticamente e pode não estar totalmente de acordo com as normas