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Alterações lipídicas no paciente séptico:: análise da participação da resistência insulínica nas alterações metabólicas (2010)

  • Authors:
  • Autor USP: CAPPI, SYLAS BEZERRA - FM
  • Unidade: FM
  • Sigla do Departamento: MCM
  • Subjects: SEPSE; CHOQUE SÉPTICO; GLICEMIA; LIPOPROTEÍNAS (METABOLISMO); ÁCIDOS GRAXOS
  • Language: Português
  • Abstract: Alterações metabólicas são muito frequentes em doentes graves. Sepse grave e choque séptico são condições clínicas muito prevalentes em unidades de terapia intensiva (UTI). A mortalidade da sepse grave e, especialmente do choque séptico, persiste alta, apesar das terapêuticas desenvolvidas nas últimas décadas. Controle rigoroso da glicemia parece ser uma terapia adjuvante muito importante, especialmente em doentes cirúrgicos graves. Ainda há controvérsias sobre o controle glicêmico rigoroso em doentes clínicos. Além da hiperglicemia, alguns estudos procuraram associar distúrbios no metabolismo de lipoproteínas e pior prognóstico para doentes graves. Também foi descrita a associação de hiperglicemia e quantidades mais baixas de lipoproteínas, sugerindo, possivelmente, o controle glicêmico rigoroso como fator importante para correção dos distúrbios do metabolismo de lipoproteínas. Neste estudo, dosamos LDL, HDL, triglicerídeos, colesterol total, ácidos graxos livres e Ox-LDL em 63 pacientes com diagnóstico de sepse grave ou choque séptico, divididos em dois grupos, sendo um grupo mantendo controle glicêmico rigoroso e outro grupo mantendo um controle glicêmico mais liberal, com internação em unidade de terapia intensiva (UTI) nas primeiras 72 horas de internação. Independentemente do grupo alocado, as concentrações séricas de LDL, HDL, colesterol total estiveram abaixo dos valores considerados normais. De outro modo, as concentrações séricas de ácidos graxos livres, triglicérides e Ox-LDL estiveram acima dos valores considerados normais. Ao longo das 72 horas houve manutenção das concentrações séricas de HDL e de colesterol total e das concentrações séricas elevados de ox-LDL e triglicérides. Houve um aumento progressivo das concentrações séricas de LDL e diminuição das concentrações séricas de ácidos graxos livres mais pronunciada (Continua)(Continuação) nos doentes submetidos a controle glicêmico rigoroso. Ao longo do período de estudo, os pacientes sobreviventes apresentaram menores necessidades de insulina exógena, porém com concentrações séricas glicêmicas similares. As dosagens de Ox-LDL, LDL, HDL e PCR permaneceram similares entre os sobreviventes e os não sobreviventes
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 30.08.2010
  • Acesso à fonte
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    • ABNT

      CAPPI, Sylas Bezerra. Alterações lipídicas no paciente séptico:: análise da participação da resistência insulínica nas alterações metabólicas. 2010. Tese (Doutorado) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2010. Disponível em: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5167/tde-21092010-101719/. Acesso em: 03 mar. 2026.
    • APA

      Cappi, S. B. (2010). Alterações lipídicas no paciente séptico:: análise da participação da resistência insulínica nas alterações metabólicas (Tese (Doutorado). Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5167/tde-21092010-101719/
    • NLM

      Cappi SB. Alterações lipídicas no paciente séptico:: análise da participação da resistência insulínica nas alterações metabólicas [Internet]. 2010 ;[citado 2026 mar. 03 ] Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5167/tde-21092010-101719/
    • Vancouver

      Cappi SB. Alterações lipídicas no paciente séptico:: análise da participação da resistência insulínica nas alterações metabólicas [Internet]. 2010 ;[citado 2026 mar. 03 ] Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5167/tde-21092010-101719/


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