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Estudo epidemiológico populacional sobre disfunção temporomandibular (2010)

  • Authors:
  • USP affiliated author: SOUSA, LETÍCIA MÊLO DE - FMRP
  • School: FMRP
  • Sigla do Departamento: RAL
  • Subjects: EPIDEMIOLOGIA; ARTICULAÇÃO TEMPOROMANDIBULAR; PREVALÊNCIA; SAÚDE PÚBLICA
  • Language: Português
  • Abstract: O objetivo do estudo foi estimar a prevalência de disfunção temporomandibular e aspectos psicossociais associados a partir da população residente no Distrito de Saúde Oeste de Ribeirão Preto. Adotou-se como critério para a definição do tamanho amostral o tempo disponível para o levantamento dos dados e a disponibilidade de recursos por unidade amostrada, sendo prevista a visitação de 137 domicílios, selecionados por amostragem casual simples. Foram incluídos, indivíduos que aceitaram participar formalmente da pesquisa, com idades entre 20 e 60 anos, selecionados também por amostragem casual simples a partir dos domicílios sorteados. As avaliações dos subtipos diagnósticos mais comuns de DTM e aspectos psicossociais associados foram realizadas nas residências dos indivíduos, segundo os critérios do Research Diognostic Criteria for Temporomondibulor Disorders - RDC/TMD (Eixo I e Eixo II) por um examinador treinado. As prevalências foram calculadas analisando a proporção de casos encontrados na amostra de domicílio avaliada. Explorações adicionais sobre possíveis associações entre os subtipos diagnósticos de DTM e as variáveis pertencentes ao Eixo II foram realizadas por meio do teste estatístico exato de Fisher, com nível de significância de 5%. Os dados foram trabalhados no pacote estatístico STATA. Durante os meses de abril a novembro de 2009, os 137 domicílios amostrados contabilizaram 50 perdas amostrais e 87 avaliações. Destas, 58 indivíduos (66,67%) eram do sexo feminino e 29 (33,33%) do sexo masculino, com idade média de 40,2 anos (dp=13,8 anos) e 39,5 anos (dp=12,5 anos), respectivamente. A prevalência estimada do subtipo diagnóstico do Grupo I (dor miofascial) foi de 37,9% (IC 95%: 5-70); do Grupo II (deslocamentos do disco) de 4,6% (IC 95%: 1-11) e 3,5% (IC 95%: 1-8) para as articulações direitas e esquerdas respectivamente; do Grupo III (artralgia,osteoartrite e osteoartrose) de 16% (IC 95%: 3-35) e 24,2% (IC 95%: 1-49) para as articulações direitas e esquerdas respectivamente. Deste modo, a prevalência estimada de casos classificados com algum subtipo diagnóstico de DTM foi de 46% (IC 95%: 12-80). Não houve associação entre a presença do diagnóstico de DTM (p>0,05) e as variáveis socio-demograficas idade, raça, nível educacional, estado civil, situação de trabalho e renda econômica mensal. No entanto, houve associação (p<0,05) entre a presença do diagnóstico de DTM e as variáveis sexo, relato de cefaléia, grau de incapacidade relacionada à dor e os níveis de depressão e sintomas físicos inespecíficos
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 10.06.2010

  • How to cite
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    • ABNT

      SOUSA, Letícia Mêlo de; OLIVEIRA, Anamaria Siriani de. Estudo epidemiológico populacional sobre disfunção temporomandibular. 2010.Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, 2010.
    • APA

      Sousa, L. M. de, & Oliveira, A. S. de. (2010). Estudo epidemiológico populacional sobre disfunção temporomandibular. Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto.
    • NLM

      Sousa LM de, Oliveira AS de. Estudo epidemiológico populacional sobre disfunção temporomandibular. 2010 ;
    • Vancouver

      Sousa LM de, Oliveira AS de. Estudo epidemiológico populacional sobre disfunção temporomandibular. 2010 ;

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